SP 0800 013 4333 | DF (61) 3013-4333 |

SP 0800 013 4333 | DF (61) 3013-4333

Teletrabalho e ensino à distância na pandemia: Como fomos afetados?

Ensino à Distância

Como a saúde mental foi afetada pelo isolamento e as novas formas de interação e aprendizagem? A internet tal qual conhecemos é o resultado da criação da World Wide Web, , no final dos anos 80. O sistema proposto é baseado em uma organização de documentos na rede a partir de hipertextos, cuja conexão se dá a partir de hiperlinks. O famoso WWW representa a popularização da internet – antes usada apenas para fins militares e acadêmicos. Desde então, passamos a viver em uma era conectada. No decorrer dos anos, a importância da internet no contexto social apenas cresceu, ao dar um novo significado aos mais diversos aspectos de nossas vidas como a informação, a comunicação, o consumo, os comportamentos, o transporte, a educação e o trabalho. Em 2020, a pandemia do novo corona vírus também provocou mudanças nas nossas vida e,  consequentemente, na relação que temos com a rede. No âmbito profissional, ela aproximou ainda mais o trabalho e a internet – de maneira que, ao seguir as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), muitas empresas encontraram no trabalho remoto a forma de evitar aglomerações e preservar a saúde de colaboradores e clientes. As escolas e as universidades seguiram o mesmo caminho ao explorar a educação à distância como alternativa para a longevidade do distanciamento. O Teletrabalho e ensino à distância pode dessa forma manter as atividade e reduzir os riscos à população em geral. Assim, para muitos de nós, foi exigida uma acelerada mudança: aquela tendência que já observávamos no mercado há algum tempo, agora faz parte de nossas rotinas. Nos vimos rodeados por e-mails, mensagens no Whatsapp, reuniões e aulas em forma de videoconferências. Mas afinal, quais são as principais diferenças entre as atividades online e as presenciais? E como tudo isso nos afeta psicologicamente? O ensino à distância O estudo à distância surgiu no país também a partir do início do século 20, com cursos de qualificação profissional. O termo se refere a quaisquer mediações didático-pedagógicas que, por meio de tecnologias de comunicação e informação, apliquem-se com diferença de espaço ou tempo no contato entre professores e alunos. Antes mesmo das redes digitais, os cursos eram desenvolvidos ao longo do século passado por meio de correspondência, rádio e televisão. O EAD era uma ferramenta para ampliar o acesso à educação, ao letramento e à inclusão social de adultos. Então, com o passar o tempo, começaram a serem oferecidos cursos para o nível de ensino fundamental, e na década de 1970, cursos superiores.  Nos anos 1990, o advento da internet comercial provocou um crescimento de universidades que ofereciam esse método de ensino, o que foi reforçado em 1996, com a criação da Secretaria de Educação à Distância (SEED), do MEC. Nesse ano, também se estabeleceram legislações que identificaram essas práticas, e garantiram, por exemplo, a validade de diplomas. A verdade é que antes mesmo da covid-19 o EAD já era uma tendência crescente: o ensino à distância atingia mais de 2 milhões de matrículas em 2018, o que representava uma participação de 24,3% do total de matrículas de graduação, segundo o último Censo da Educação Superior, do MEC. O porquê do seu destaque tem relação com suas mensalidades serem mais acessíveis e, assim como uma das vantagens do Home Office, por dispensar a locomoção – e o seu tempo – até o local de ofício. Hoje, entende-se que podem existir diferentes classificações para esses cursos: os que são predominantemente à distância, com encontros mensais ou semestrais na sede da organização; os semipresenciais (ou híbridos), com uma quantidade maior de encontros, por exemplo, semanalmente; e os cursos presenciais com apenas contribuições à distância. Quanto à sua popularidade, é estimado que o número de alunos do ensino superior na modalidade EAD será maior do que na presencial em 2022. Esses dados são de um estudo da Associação Brasileira Mantenedora de Ensino Superior (ABMES), em parceria com a empresa Educa Insights. A projeção inicial era de 2023, porém o processo foi acelerado pela pandemia do novo corona vírus – com as quedas nos índices de emprego e renda da população, as orientações da OMS para o distanciamento social e o aumento de ofertas de cursos dessa modalidade. Por fim, percebe-se que tanto agora como no futuro, sempre existirá um público para cada modalidade. O perfil de aprendizado de cada aluno é algo muito pessoal, e enquanto alguns podem facilmente aprender com vídeos e/ou textos, outros precisam da presença humana e da interação para fixar o conteúdo, além das questões de práticas em laboratórios e de segurança que requerem um ambiente físico de uma instituição credenciada ou liberada pelos órgãos controladores. Nesse novo momento, os alunos irão exigir uma maior diversidade de metodologias oferecidas por seus professores, que terão a necessidade de ir além de apenas as aulas presenciais. Os docentes deverão buscar se capacitar e explorar essas novas tecnologias: “uma das vantagens de fazer uma vídeo aula é que o aluno pode a assistir várias vezes e se ficar alguma dúvida, voltar e ouvir de novo”. O teletrabalho O termo teletrabalho – também conhecido como Home Office – refere-se a qualquer atividade laboral realizada remotamente. A origem mundial é imprecisa, mas é citada ainda no século 19, com o uso telégrafo. A aplicação a partir da internet começou a se desenvolver no Brasil após os anos 2000, porém foi incluído pela primeira vez em uma pesquisa nacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012. Desde então, os estudos representam um aumento – entre alguns anos, flutuante – das suas taxas ao longo dos anos dentre elas, foi reportada uma alta de 44% na vigência entre 2012 e 2018. Apenas no ano de 2017 o teletrabalho foi regulamentado no país, a partir da Lei nº 13467/2017. Entre as observações está que os processos, em suas especificidades, deveriam ser acordados entre o chefe e o trabalhador, de maneira que este tenha recursos para efetuar as atividades remotas e, caso não os tenha, o empregador os forneça. O acompanhamento também vale a mesma regra de negociação. Essa

Educação do futuro: você está preparado?

Sua escola está preparada para atuar nos desafios na educação do futuro?A seguir daremos uma prévia de como esse ambiente tão dinâmico tende a se comportar. Já parou para refletir sobre mudanças no ensino nos últimos tempos? Cada vez mais contamos com recursos e tecnologias que facilitam nossa aprendizagem. Também, temos à disposição didáticas e metodologias que deixam o processo mais atrativo e personalizado. A educação do futuro chegou e é preciso estar por dentro dela, para se tornar um profissional mais valorizado. Um ponto a ser observado é que é muito importante buscar instituições de ensino antenadas com essas mudanças e capazes de ajudar na reciclagem dos perfis profissionais. Além disso, é fundamental entender todas as concepções por trás de uma educação do futuro. Por exemplo, o que ela exigirá do novo professor? Logo a seguir mostraremos alguns pontos importantes nessa nova aprendizagem. Confira! O que é educação do futuro? Com a popularização da internet, o acesso à informação se tornou mais fácil e o conhecimento mais democratizado. Isso propiciou oportunidades à forma de aprender. Chama-se educação do futuro o novo modo de ensinar e transmitir conhecimento. Ela é voltada às novas tecnologias, que são usadas para facilitar o processo educacional. A ideia é proporcionar ao aluno recursos que deixem as aulas mais instigantes e deem a ele mais autonomia à própria aprendizagem. O Que esperar e quais as novas tendências desse modelo de educação? Algumas transformações já foram iniciadas, outras estão sendo elaboradas e já estão em fase de implementação. Tecnologia O mundo tem cobrado um dinamismo cada vez maior da sociedade, e com a educação não poderia ser diferente. A tecnologia tem se tornado cada vez mais presente, tanto da educação a distância, como nas salas de aula. Com muitos cursos online disponíveis, o EAD já facilita quem busca o crescimento profissional mas não tem a disponibilidade de locomoção, tempo ou mesmo financeira para um curso totalmente presencial. Cursos EAD além de contarem com valores mais acessíveis, também facilitam a vida de quem tem uma rotina mais atribulada além de possibilitar que o aluno de uma cidade distante ou mesmo outro país acesse o curso de sua instituição que da forma presencial seria impossível ou inviável. Em salas de aulas, a tendência é vermos recursos como tablets ou óculos de realidade virtual e realidade aumentada, que deixarão a aprendizagem mais prática e atrativa. Em uma aula de Ciências, por exemplo, o aluno poderá explorar detalhes do solo, que tornará sua aprendizagem mais rica. A própria interação interpessoal poderá ser implementada dentro da sala de aula ultrapassando barreiras físicas. Professores e seu novo perfil O papel do professor será diferente. Com um mercado de trabalho exigindo habilidades comportamentais, contato massivo com tecnologia e uma visão mais ampla do mundo, o próprio professor precisa estar preparado para ajudar os alunos na aquisição destas habilidades. O docente deixa de ser uma figura temida dentro da sala e ganha admiração e um papel de inspiração. Para isso, precisará se atualizar constantemente, estimular o pensamento crítico e ser um modelo em sua forma de atuar. Os educadores precisarão desenvolver habilidades, novos conhecimentos e diferentes estratégias e metodologias, para atuar com uma postura diferenciada. Essa necessidade não tem mais volta. O professor precisa se transformar em um novo educador, mais conectado e dinâmico para uma nova escola e um novo aluno. Metodologias interativas O estudante cada vez mais deixa de ser um ser passivo dentro da sala de aula, para estar no centro do seu processo de aprendizagem. Isso dará a ele mais protagonismo, confiança, aptidão para resolver problemas, responsabilidade e participação. Um bom exemplo é a sala de aula invertida, na qual ele tem acesso ao conteúdo, que pode ser transmitido online, de forma antecipada. O contato prévio atiça a curiosidade e facilita, depois, o ensino do professor. Também temos como exemplo de metodologia ativa a adoção de mais aulas práticas. Nelas, a turma coloca a mão na massa, participa de projetos criativos e cria soluções para determinados problemas, recorrentes na profissão. Ensino continuado Durante muito tempo o grande objetivo dos estudantes era terminar a faculdade, para, finalmente, se dedicar a uma profissão. Muitas vezes, um bom profissional era aquele que conseguia estabilidade em um cargo e permanecia na mesma empresa, até sua aposentadoria. Agora, a rotatividade de funções e o empreendedorismo têm sido a realidade. Isso exige dos profissionais múltiplos conhecimentos e uma constante preparação. O professor também deverá se adaptar ao ensino continuado, para fornecer os conhecimentos dos quais os alunos necessitam. Redução de fronteiras O novo professor precisará se adaptar para dar aulas a distância e ter afinidade com as tecnologias e as plataformas de ensino. Por um lado, isso pode facilitar a rotina de trabalho de muitos docentes, que trabalharão para várias instituições e terão alunos de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade de sair de casa. No caso das aulas assíncronas (gravadas), isso pode liberar o professor que não mais teria de ficar “preso” em um determinado horário apenas com uma turma. Ele pode para cada hora trabalhada, atingir não apenas dezenas, mas milhares ou até milhões de alunos. Pandemia e seus impactos na educação A pandemia apenas antecipou o que já estava para acontecer, a tecnologia já estava disponível, a digitalização já havia se iniciado e as entidades de educação já caminhavam ou vislumbravam esse novo modelo de educação. Sendo assim a pandemia só fez com que algumas instituições mais resistentes a mudanças se vissem obrigadas a adotá-las de modo a não ficarem para trás. Muitas precisaram correr para alcançar as boas práticas dessa nova educação e encarar as novas tecnologias”. Muitos educadores perceberam o quanto suas práticas se distanciavam do que o novo mercado começava a exigir. Muitos estavam acostumados apenas com a educação presencial e, de repente se viram na urgência de ter de lidar com o ambiente digital, entender mais de tecnologia e adotar novas formas de atrair os alunos. Essa aceleração da educação do futuro tem exigido atitudes inovadoras na carreira do professor. Este é um

Quanto ganha um youtuber com 100 mil inscritos

Quanto ganha um Youtuber com 100 mil inscritos?

A plataforma do Youtube tem sido uma das mais acessadas nos últimos tempos, este crescimento se dá pela quantidade de conteúdos disponíveis e a facilidade que se tem de viralizar nos dias atuais. Virar um youtuber tem sido um sonho para aqueles que querem fazer seu nome crescer no mundo digital. Mas fica o questionamento: Quanto ganha um youtuber? Será que vale a pena investir? Primeiramente, vale destacar que o Youtube está no top 3 das redes sociais mais acessadas do mundo. A rede social tem registrado cerca de 2,29 bilhões de usuários, sendo 105 milhões de usuários ativos entre 18 e 65 anos. Em relação às métricas da presença digital, a plataforma acumula 1 bilhão de canais e 4 bilhões de vídeos que são vistos diariamente. Cabe observar que após o cenário pandêmico o número de pessoas no âmbito digital tem crescido de forma exacerbada. Este fato se deu pela falta de acesso ao mercado físico e a grande procura por serviços e produtos na internet. Sem poder sair de casa, as pessoas perceberam que a internet é um grande instrumento de trabalho, além de ser o futuro. Essa crescente onda de influenciadores e produtores de conteúdo pós-pandemia, está relacionada à possibilidade de monetização de conteúdo na internet. Para aqueles que gostam de produzir conteúdo e gravar vídeos, este é o cenário perfeito para começar a carreira de youtuber. Mesmo que pareça fácil, estamos falando de uma pessoa que cria um canal na plataforma, elabora um cenário, planeja um roteiro e dedica seu tempo utilizando a linguagem e os recursos visuais adequados para atingir o público alvo. Vale ressaltar que se torna necessário investir nos meios de filmagens, para que estes sejam cada vez mais profissionais, mantendo a qualidade do canal e atraindo mais seguidores. Os Youtubers que já se enquadram como profissionais da área, podem ser chamados de marqueteiros digitais, uma vez que produzem conteúdo de valor e trabalham para captar seguidores. Por ser esta considerada uma profissão, nada mais justo do que receber por isto. Até o ano de 2017, qualquer pessoa conseguiria ganhar dinheiro no Youtube ao monetizar o canal nas configurações, porém algumas reformas foram feitas. Neste sentido, cabe mencionar alguns dos requisitos para quem deseja ganhar dinheiro e investir na plataforma. O futuro youtuber deve ser maior de 18 anos, apresentar um bom desempenho e engajamento no canal, ter no mínimo 1.000 inscritos e apresentar pelo menos 4.000 horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses. Antes de se dedicar às produções, a pergunta mais pesquisada é: quanto ganha um Youtuber? O pagamento deste profissional é feito em dólares e tem como base de cálculo o Custo Por Mil (CPM), ou seja, a cada mil visualizações nos vídeos do canal, o Youtuber ganha em média de 0,25 a 4,50 dólares. Por esse motivo, é necessário manter uma rotina de publicações se quiser ganhar dinheiro com o Youtube. Para manter o nível de engajamento alto, é preciso que seja postado no mínimo 1 vídeo por dia. Às vezes parece ser pouco, mas quando se analisa toda a produção, vemos que se trata de um trabalho árduo, já que nem sempre a criatividade está aflorada a todo o tempo. Em razão do número de inscritos no canal e as visualizações de cada vídeo, é notório que a monetização do mesmo tende a sofrer variações devido a base de cálculo do Custo Por Mil (CPM). Logo, para termos uma ideia de quanto ganha um Youtuber que possui 1 milhão de inscritos no canal, há indicadores que rastreiam as estatísticas dos usuários do Youtube e assim estabelecem a média de ganhos com o canal. A Social Blade é uma agência que traz consigo estes indicadores para que se tenha a média de cálculo dos ganhos de um Youtuber. Ao analisar um canal com 1 milhão de inscritos e com uma média de 900 visualizações por vídeos postados na plataforma, de acordo com a Social Blade, este canal tem o retorno de 227 a 3.000 dólares. Como o dólar encontra-se valorizado no Brasil, temos aqui um ótimo faturamento para o dono do canal. Agora analisando o cenário de um canal com 1,6 milhões de inscritos e com a média de 1,8 milhões de visualizações por vídeos postados. Com base nos indicadores da Social Blade, temos a variação da margem de lucro de 362 a 5.800 dólares. Como podemos observar, trata-se de uma plataforma que traz uma possibilidade altíssima de retorno financeiro, desde que investida e trabalhada de forma correta. Muitas pessoas têm mergulhado de cabeça no Youtube, principalmente por ser uma profissão que não exige ensino superior. Porém, para ter sucesso, grande parte dos Youtubers investem na imagem do canal, contratam produtores e gestores, pesquisam e compram câmeras profissionais, acessórios de vídeo e trabalham incansavelmente para atingir o maior número de pessoas. É necessário destacar que, além do investimento técnico, um youtuber deve investir em conhecimento intelectual. Estudar o mercado digital é extremamente necessário para que o canal esteja atualizado com boas informações e possa ajudar pessoas com aquilo que elas procuram. Além disso, vale lembrar que o Youtube tem um universo de possibilidades para os criadores de conteúdos. Dentre os maiores canais do Youtube no Brasil, temos conteúdos voltados para humor, música, jogos, entretenimento e entre outros. Ainda existem pessoas com receio de começar por não saberem a forma correta. Porém, se tiver um bom planejamento, um público alvo definido e uma área que desperte o interesse das pessoas, são grandes as chances de se destacarem dentro da plataforma digital. É importante ressaltar que, não se faz necessário possuir muito dinheiro para investir em tecnologia para a plataforma. Muitos influenciadores digitais começaram do zero, apenas usando um celular. Temos como exemplo o humorista Whindersson Nunes, que usava apenas a câmera do celular para produzir seus vídeos e no entanto tem um dos canais mais assistidos do Brasil. Você já sabe como o mundo digital tem crescido e o tanto que um youtuber fatura, chegou a hora de

A LGPD e as INSTITUIÇÕES DE ENSINO

LGPD e as INSTITUIÇÕES DE ENSINO

A LGPD e as INSTITUIÇÕES DE ENSINO As instituições de ensino passaram por grandes transformações desde Março de 2020 e precisaram se adaptar rapidamente a nova lei geral de proteção de dados. Muito se fala das obrigações específicas, mas não encontramos conteúdo sobre como fazer do jeito certo. Além disso, quase a totalidade das escolas e faculdades migraram para um ambiente híbrido de ensino fazendo de plataformas de ensino a distância, o que deixa ainda mais complexo o tratamento de dados de seus clientes. Da mesma forma é importante se colocar no lado do usuário final. Nesse caso o alunos e pais. Fazendo um paralelo com a LGPD, quando você pensa em colocar seus filhos em uma creche, uma escola, ou até mesmo quando vão para uma faculdade, sempre existe a dúvida sobre a segurança deles.Logo algumas perguntas sempre aparecem, como: 1 – E como seria estar do outro lado? Agora pense do outro lado, você sendo a própria instituição de ensino, as perguntas anteriores e tantas outras já devem estar no seu campo de atuação. Afinal para conseguir manter seus clientes, a confiança deve ser o primeiro, o segundo e o terceiro item mais importante na cabeça dos pais. Com isso, você consegue se colocar na posição de um pai ou uma mãe, que deixa seu bem mais precioso em suas mãos. Incrível como as duas situações acima mostram como é importante à vida de cada cliente, colaborador, pai, mãe e criança. Então, pense e mude o sentido da história das crianças para dados pessoais e veja: Viu como a preocupação é a mesma? E faz sentido, pois seu nome, CPF, sua imagem e tantos outros itens, faz você ser você, é a sua personalidade. Sua creche, escola, faculdade ou qualquer outro tipo de instituição de ensino, tem responsabilidade pelos dados escritos em formulários e fichas cadastrais (em papel ou sistemas), como também por imagens de câmeras de segurança ou biometrias (facial ou digital). 2 – Quais são os direitos garantidos? Todo cidadão (desde que externe de forma expressa seu pedido) tem o direito de : 3 – Então, o que posso fazer para proteger estes dados? Deverá ser justificada a necessidade de cada um destes dados, junto aos pais ou responsáveis por meio de termos específicos de autorização, e se for o caso, anonimização ou exclusão dos dados solicitados pelo seu titular (dono do dado). Seu direito de saber o que fazem com seus dados é assegurado por Lei, no caso a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, onde a instituição deve fornecer informações no prazo máximo de 02 (dois) dias úteis após a solicitação. Após esse prazo, ou no caso da instituição se negar a fornecer, busque seus direitos junto às autoridades competentes como: 4 – E se recusarem a fazer? As punições para quem descumprir alguma regra da LGPD, são: 5 – E qual a solução mais indicada para estar de acordo com LGPD? Existe uma saída, a figura do Encarregado de Proteção de Dados ou Data Professional Officer — DPO, este tem o papel de ser o elo entre a ANPD, a instituição e os clientes e titulares. Invista na contratação de um DPO (interno ou terceirizado), essa contratação é melhor do que pagar multas enormes, correr o risco de ter os dados das pessoas mais preciosas de suas vidas vazados e ter a credibilidade da instituição comprometida. Outro ponto importante relacionado a LGPD e as secretarias acadêmicas, é quantidade considerável de dados pessoais coletada nas matrículas de novos alunos e renovações de matrícula, seja presencialmente ou de forma on-line. A ficha de documentos necessário para alunos, professores e colaboradores, necessita de justificativas específicas para cada consentimento, pois a qualquer momento, a ANPD poderá solicitar auditoria sobre quais dados as faculdades possuem, porque os têm e o que fazem com cada um. 6 – Como uma Plataforma EAD pode te ajudar na LGPD Utilizando-se de um sistema de controle, todos os seus dados podem estar armazenados de forma segura, mantendo todo o controle de registro de criações, visualizações, modificações ou exclusões. Todas as empresas que tratam dados devem seguir a risca essas normas e são fiscalizadas pelos órgãos competentes. Aqui na EV Plataforma EAD Trabalhamos com os padrões mais rígidos de segurança de dados, tendo um datacenter com seus dados em uma cidade e o backup em outro datacenter em outra cidade, sendo assim mesmo que haja uma falha catastrófica em um datacenter, o outro ainda assim garantirá a integridade de seus dados, independente do seu modelo de ensino, seja de cursos etec, cursos a distância ou mesmo plataforma híbrida. Todas as conexões entre os alunos e nosso datacenter se fazem criptografadas com as melhores tecnologias disponíveis, assegurando que os dados, mesmo que interceptados, não sejam visualizados ou alterados. Nossas equipes são formadas por colaboradores com ampla experiência em tratamento de dados e segurança. Consulte nossos PLANOS. Conheça a nossa empresa ESTADO VIRTUAL a 20 anos no mercado. Mais links interessantes Lei 13.709O que muda com a LGPD? Proteção de dados

Como criar um negócio EAD

Monte seu negócio com EAD

COMO CRIAR UM NEGÓCIO EAD Como montar um negócio com aulason-line Como montar a sala de aula             Antes de tudo tenha duas perguntas em mente: O que quero ensinar através de meus vídeos, e o que o aluno procura? A situação ideal é alcançada quando a resposta a essas duas perguntas é a mesma.             Foque naquilo que pretende ensinar e seja objetivo ao criar os cursos, sendo que cada aula pode ter uma sala/cenário diferente. Iluminação             Sem uma iluminação correta até mesmo a melhor câmera pode gravar imagens ruins, então para evitar desperdício de tempo e energia, certifique-se que seu ambiente esteja devidamente iluminado. Não há necessidade de comprar equipamentos caros, um abajur ou spots com lâmpadas comuns podem dar o efeito desejado. Lembrando que quanto mais luz, mais limpa a imagem será, e quanto menos luz mais granulado ficará. O excesso de luz também pode “estourar” a imagem. Sendo assim, recomendamos colocar a fonte de luz em ambos os lados da câmera, há uma distância razoável para favorecer uma ótima imagem.  Sendo que o ajuste final poderá ser feito aproximando ou afastando a fonte de luz do objeto a ser filmado.             Na figura acima Temos um esquema simples para montar um vídeo aula em uma sala, onde o professor ficar ao centro do cenário, a câmera fica a sua frente à altura de seu rosto para dar enquadramento, dois abajures com lâmpadas frias (fluorescentes brancas de 20 a 24 watts) . A luz principal ficará mais próxima, podendo ser na própria mesa do professor com um ângulo de 45º em relação à câmera, enquanto a luz de preenchimento ficará um pouco mais atrás com um ângulo de 60º graus com a câmera, conforme a figura acima. Esses valores são aproximados, o importante aqui é que o professor fique bem iluminado e sem sombras. Um efeito bem interessante é a luz de fundo. Um abajur com uma luz azul, amarela ou qualquer cor diferente de branca irá ressaltar o contorno do professor em relação ao fundo da imagem. Essa lâmpada pode ser de qualquer potência, o importante aqui é que a fonte de luz (o abajur ou spot) não seja captado pela câmera.             A luz principal e a luz de preenchimento devem ser suavizadas. Para isso basta colocar uma folha de papel manteiga à frente da sua fonte de iluminação.             A fixação do papel manteiga pode ser feito com fita adesiva na própria estrutura do abajur caso o mesmo não tenha de ficar uma hora ou mais ligado direto. Câmera             A aquisição da câmera para seus vídeos não precisa contemplar o equipamento de ponta do mercado. Com menos de R$ 2.000,00 é possível comprar um equipamento de ótima qualidade e que dará conta do serviço para você que está começando.             Uma boa alternativa é comprar equipamento usado, que ainda terá uma vida útil longa e atenderá suas necessidades tanto quanto um novo. HDSLR             – São as câmeras que utilizam espelhos para que o visor mostre exatamente a imagem a ser registrada, com a exata quantidade de luz que será capturada. Essa tecnologia veio das câmeras SLR (analógicas), que evoluíram para as DSLR(digitais) e chegaram às HDSLR que usam o mesmo sistema, porém fazem vídeo em HD.  Devido à qualidade HD dessas câmeras e à precisão das imagens, os modelos que iremos sugerir são desse tipo. • Cannon EOS T5 – Essa câmera suporta a troca de lentes, grava em Full HD 30 FPS, tem alta qualidade de imagem com boa iluminação e baixo custo. O que pode incomodar um pouco é que grava apenas 12 minutos contínuos, tem baixa qualidade de imagem se a iluminação não estiver acertada, não possui entrada p2 para microfone externo e o foco automático é lento; • Cannon EOS T3i – Também é uma câmera de baixo custo pela resolução apresentada. Grava em Full HD 30 FPS, mas precisa de iluminação acertada para explorar o melhor de suas imagens, possibilidade de troca de lentes, display que gira e possui entrada p2 para microfone externo. A desvantagem é gravar apenas 12 minutos contínuos, ser sensível à baixa luminosidade e ter o foco automático lento; • Cannon EOS T5i – Também é uma câmera de baixo custo pela resolução apresentada. Grava em Full HD 30 FPS, mas precisa de iluminação acertada para explorar o melhor de suas imagens, possibilidade de troca de lentes, display que gira e tela touchscreen, e possui entrada p2 para microfone externo. A desvantagem é a sensibilidade à baixa luminosidade e foco automático lento; • Cannon 70D – Grava em Full HD 30 FPS, mas precisa de iluminação acertada para explorar o melhor de suas imagens, display gira para visualização, possui entrada P2 para microfone externo, possui comandos na tela touchscreen, o foco automático mais rápido do mercado, possui APP para controle via wifi. O ponto negativo aqui é o preço, perto do dobro das anteriores, não faz imagens tão boas com baixa luminosidade; • Cannon 6D –  Grava em Full HD 30 FPS inclusive com baixa luminosidade sem granular, tem a possibilidade de trocar de lentes e possui entrada p2 para microfone. A desvantagem é não ter touchscreen, a tela não gira e preço mais alto; . . • GoPro Hero 4 Black edition – Câmera pequena, versátil, pode ser facilmente levada a qualquer lugar, pode fazer imagem até embaixo d’água, possui vários acessórios de suporte e fixação, resolução de 4k ou 1080 com 30 FPS, e valor um pouco maior que as câmeras de entrada e possui controle via APP. Um pouto negativo é não ter como adaptar lentes, seu microfone exige um conector especial e a bateria tem duração média de 30 minutos contínuos; • Webcam Logitech c920 – Como vantagem tem a alta resolução, Full HD,  baixo custo e fácil fixação em monitores ou tripés. Como desvantagem ela oferece poucas possibilidades de ajuste que é feito através de software próprio. Convém ressaltar que estes modelos e marcas de câmeras