Empreendedorismo digital: como ganhar dinheiro com a internet?

O empreendedorismo digital virou a realidade de muitas pessoas. Autonomia, flexibilidade de horários, aumento nos lucros, dificuldade de recolocação no mercado de trabalho: tudo isso contribuiu e continua contribuindo para o crescimento do mercado digital. Vamos te explicar tudo o que você precisa saber sobre o empreendedorismo digital e como ganhar dinheiro com a internet! Vamos lá! O que é o empreendedorismo digital? É um modelo de negócio que utiliza a internet para venda de produtos ou serviços. Ao contrário do que se pensa, pode ser mais simples e lucrativo que negócios convencionais. Além da possibilidade de disseminar seu produto ou serviço com maior facilidade, inclui também blogs, venda de infoprodutos, e-commerces, sistemas de retorno financeiro (cashback) e até mesmo redes sociais. Cada pessoa tem o seu perfil e é preciso saber qual a área que melhor se encaixa para você. Você prefere criar conteúdos? Fazer postagem em redes sociais? Transmitir conhecimento? Vender produtos digitais? Tudo isso deve ser levado em consideração antes de escolher abrir o seu empreendimento. E não se engane: apesar de todas as facilidades que se têm, é preciso dedicação para que seu negócio alavanque! Separamos para você alguns tipos de empreendedorismo digital para você ganhar dinheiro com a internet! Confira a seguir: Marketing de afiliados É um dos tipos que mais fazem sucesso, afinal seu funcionamento é bem simples. Uma empresa se disponibiliza para que os usuários comuns ganhem dinheiro a partir de divulgação em redes sociais e outros canais. A pessoa responsável pela divulgação gera links personalizados para que os possíveis clientes acessem o site da empresa e realizem suas compras. Esses links têm métricas exclusivas que permite acompanhar o tanto de acessos realizados por ele. Sendo assim, quanto mais pessoas acessarem seu link e realizarem compras, mais dinheiro você irá ganhar, já que a maioria das empresas dividem um percentual dos lucros de vendas com aquele determinado afiliado. Mentorias As mentorias são sessões de conversas em que você ajudará uma pessoa em determinada habilidade. Ao invés de você resolver o problema, mostra as ferramentas para que seu aluno resolva sozinho. Para passar credibilidade em um primeiro momento, é preciso investir em conteúdo gratuito para mostrar as pessoas um pouco do seu trabalho e como você poderá ajudá-las. A partir daí é possível cobrar pelas mentorias, afinal você está dedicando horas de trabalho para ajudar aquela pessoa. Freelancer de conteúdo Muitas empresas almejam o sucesso e isso depende de vários fatores. Dentre eles, está a divulgação da empresa. Você pode ser contratado como freelancer para atuar como SEO, gerenciador de redes sociais, designer gráfico, editor de vídeo, dentre outros. Lógico que para isso é preciso ter conhecimento da área. Nesse modelo de empreendedorismo digital, você pode trabalhar para várias empresas, o que te permite flexibilidade, maior autonomia e obter mais lucros. E-commerce O e-commerce tem crescido cada vez mais. Muitos empreendedores convencionais estão abrindo sua lojinha virtual. Com ela é possível alcançar outros horizontes, vender para outros estados e até países. Ferramentas de criação de sites como o Elementor e o woocommerce permitem que as pessoas possam criar suas lojas online totalmente personalizadas. A possibilidade de divulgação em redes sociais e em marketplaces ajuda os donos de comércio a tornarem seu produto mais conhecido para seu público-alvo, afinal estamos sempre à 1 click da informação. Essa é uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro com a internet. Você pode já começar com o e-commerce, sem necessidade de ter uma loja física. Muitas pessoas se reinventaram assim na pandemia. Seja para venda de acessórios, comida ou qualquer outro produto, o e-commerce traz um resultado positivo nos lucros, ainda mais quando se utiliza serviços como o de agências especializadas em SEO, que ajudam a divulgar sua loja virtual. Influencer digital Se você tem facilidade em lidar diretamente com o público e gosta de exposição, essa é a opção ideal para você! Digital influencers protagonizam um mercado bastante aquecido e movimentam muito dinheiro pela internet. As formas de remuneração variam de patrocínios, anúncios pagos por meio de plataformas e até pagamento feitos pela própria rede social baseado no seu engajamento, como é o caso do youtube. Não deixe seu talento de lado e aproveite a oportunidade que seu carisma pode te oferecer na internet Cursos EAD Se você é bom em transmitir conteúdo, a internet também é lugar para você! O ensino à distância (EAD) é uma modalidade da educação que se dá de forma online, seja cursos de escolas técnicas, complementares e até mesmo ensino superior. Vários empreendedores utilizam essa alternativa para criar os mais diversos cursos, seja de idiomas, aperfeiçoamento profissional, ensinar uma habilidade nova, programação, ou qualquer outro tema relevante que a pessoa tenha domínio. As plataformas EAD contribuem ainda mais para a difusão desse modelo de ensino. É oferecido toda a estrutura para o professor, desde a hospedagem do curso até o sistema de vendas integrado, onde tudo pode ser feito diretamente pela plataforma. Por esse motivo a Plataforma EAD da Estado Virtual é perfeita para você! É possível fazer webconferências, aplicar testes e simulados, comparar resultados, emitir certificados e você ainda tem todo o suporte para ajudá-lo a desenvolver seu curso! Contamos com um sistema de e-commerce completo, plataforma 100% responsiva e personalizável, gestão total de alunos, aulas com chat ao vivo, vídeos protegidos garantindo que seu material não será exposto sem sua devida autorização, dentre diversas outras ferramentas disponibilizadas para você dentro da plataforma! Vem dar o primeiro passo com a gente! Acesse por esse link e solicite uma demonstração. Continue acompanhando nosso blog para mais artigos interessantes!
Trilhas de aprendizagem: O que são?

A educação passou por diversas mudanças nos últimos tempos. Em um mundo onde tudo acontece de forma acelerada, metodologias de aprendizagem rápidas trazem resultados positivos na educação. Nesse contexto, as trilhas de aprendizagem vêm ganhando cada vez mais destaque, seja por instituições de ensino ou por empresas que desejam otimizar os treinamentos corporativos. Com as trilhas é possível acomodar diferentes perfis de colaboradores em um sistema de aprendizagem. E é por isso que as trilhas de aprendizagem são tão importantes dentro de uma corporação. Cada colaborador possui suas próprias limitações e individualidades para a assimilação do conteúdo. Assim, métodos que contemplam e asseguram que o aprendizado se dará de forma efetiva entre os estudantes são imprescindíveis dentro de um treinamento. Vamos entender um pouco mais sobre isso? O que são trilhas de aprendizagem? São definidas como uma sequência de atividades que visam a capacitação e a aprendizagem de um determinado conhecimento. Dentro de uma corporação, seu objetivo principal é contribuir para o desenvolvimento contínuo do colaborador, gerando assim melhores resultados para a empresa. A sequência das atividades deve ser estabelecida por um gestor e precisa conter os requisitos necessários para que o colaborador se desenvolva dentro de uma temática específica. Os recursos para uma trilha de aprendizagem podem ser variados, como artigos, vídeos, aulas, livros, games, podcasts, questionários, fóruns, infográficos, dentre outros. As trilhas de aprendizagem reforçam a ideia de que o aluno é o próprio protagonista do seu estudo, sendo autônomo para que a transmissão do conteúdo se dê da forma mais eficaz possível. Tipos de trilhas de aprendizagem A organização dos módulos de aprendizagem nos trazem dois tipos: lineares e agrupados. Linear Nesse modelo, o estudo é colocado em sequência, sendo necessário cumprir um para iniciar o outro. Um é pré-requisito para o outro. Dessa forma, o percurso é direcionado pelo criador da trilha. Geralmente é adotado quando o assunto precisa ter uma sequência lógica para o aprendizado. Um exemplo disso é a matemática. Não tem como o aluno aprender divisão, se não aprendeu anteriormente adição e subtração, por exemplo. O aprendizado deve ser linear e seguir uma lógica para que seja dado da melhor forma possível. Agrupado Quando a trilha de aprendizado não segue uma ordem pré-estabelecida, é chamado de “agrupado”. O aluno tem uma autonomia maior no seu processo de aprendizagem e geralmente apresenta apenas a quantidade mínima de módulos a serem cumpridos. Um determinado assunto que tenha várias ramificações pode ser trabalhado nesse modelo, já que não é necessário seguir uma ordem específica. Dessa forma, os recursos disponibilizados pelo criador da trilha são selecionados pelos estudantes. Agora que já entendemos o que significa e quais os tipos, vamos ver sobre as trilhas de forma EAD. Trilhas de aprendizagem a distância No âmbito corporativo, a adoção das trilhas a distância se transformam em uma solução prática para quem deseja gerenciar os conhecimentos e o desenvolvimento dos seus colaboradores. Existem diversas plataformas EAD que adotam as trilhas de aprendizagem. Uma das principais vantagens de adotar um sistema, é que o acompanhamento de todo o progresso será automatizado. Relatórios com o percentual do andamento das atividades e dados estatísticos são gerados pela própria plataforma. Outra vantagem é que recursos são otimizados: reduz custos de deslocamento, tempo, pessoas envolvidas, facilita o acesso, socializa informações e gera mais conhecimento. No geral, as plataformas oferecem uma facilidade inegável. O colaborador terá flexibilidade, podendo escolher seus horários e conteúdos que deseja acessar. Por esse motivo, é necessário que você adote a plataforma ideal para sua empresa. A Plataforma EAD da Estado Virtual conta com uma interface intuitiva e totalmente personalizável. Você poderá montar o curso com a trilha de aprendizagem com sua marca e identidade visual. Além disso, é possível extrair os mais diversos relatórios, como comparativo entre alunos, relatórios de aulas assistidas x aulas acessadas, quais são os alunos que mais participam, entre outros. Contamos com a possibilidade de trilhas de aprendizagem com data de início e fim, assim o colaborador será incentivado a realizar as tarefas dentro do prazo determinado. Pode ser incluso a gamificação, onde, por exemplo, se o colaborador assistir mais de 80% das aulas, ganha ponto, ou então a cada questionário respondido, também ganha uma pontuação. Tudo isso motiva ainda mais o colaborador, já que a empresa pode dar recompensas reais para os colaboradores mais engajados e empenhados, como premiação em dinheiro, folgas, e o que estiver disponível de recurso para a empresa. Nós contamos com todas as ferramentas necessárias e um time de suporte ideal para que sua trilha de aprendizagem seja um sucesso! Entre em contato com a gente e solicite uma demonstração gratuita.
12 de março – Dia mundial contra a Cibercensura

O dia mundial contra a Cibercensura é um marco da internet que prega a liberdade de expressão nos meios digitais. Vamos compreender melhor o que esse marco representa para a sociedade? A história da internet Em 1969 a Arpanet foi criada nos Estados Unidos. Inicialmente tinha a função de interligar laboratórios de pesquisa. Essa rede pertencia ao Departamento de Defesa Norte-americano. O mundo passava pela Guerra Fria e a arpanet era a garantia que a comunicação entre militares e cientistas continuaria mesmo em casos de bombardeios. Naquele mesmo ano foi enviado o primeiro e-mail da história. Em 1982, a rede expandiu-se para o âmbito acadêmico. Incialmente era de uso restrito dos EUA, mas foi expandido para outros países. A partir daí começou a ser chamada de Internet. Em 87 foi liberado o uso comercial. Desde então a internet não parou de crescer. Avanços tecnológicos trouxeram diversos benefícios à humanidade. A internet possibilita que pessoas do mundo todo se conectem em questão de segundos. Governança da internet O termo Governança da Internet foi introduzido na Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação (CMSI). Foram dois eventos patrocinados pela ONU, onde uma das metas principais era diminuir a exclusão digital global, que separa países ricos e pobres através da ampliação do acesso à internet. A governança é o desenvolvimento e aplicação de princípios, normas, regras, tomadas de decisões e aplicações de programas, que definirão a evolução da internet. Essa ação é feita pelos governos, setores privados e sociedade civil, cada um em seu devido papel. Como a internet não é vinculada somente às normas de um único país, ela se estrutura de forma participativa, onde envolve diversos setores e interessados. Dia Mundial Contra a Cibercensura Com todas essas interferências, principalmente dos governos, foi iniciada a campanha Collateral Freedom, que tem como percursora a ONG Repórteres Sem Fronteira. É desenvolvido relatório anual sobre a censura cibernética e convida toda a população a apoiar o trabalho da ONG. Em 12 de março de 2009 foi criado o Dia Mundial Contra a Cibercensura. É um marco temporal, onde são apresentados quadros de censura e realizado uma campanha de advocacy, que significa uma sistemática de defesa para uma determinada causa, onde o objetivo é lutar para a resolução de um problema ou pela defesa dos direitos. Traz para o público informações como países que censuram a internet e organizações que monitoram o uso dela. De forma ideal, a internet e a informação deveriam ser livres para serem acessados independentemente da localização ou do governo que as rege. O trabalho desenvolvido por essa ONG é extremamente importante. Podemos observar países que aplicam a cibercensura de forma direta, como Coréia do Norte, China, Vietnã, Irã, Síria, Cuba, dentre diversos outros. O combate à censura deve ser feito de forma assertiva e incisiva para que se tenha uma internet cada vez mais livre. O acesso à informação é um direito e deve ser garantido a todos. Não se combate informação com censura. A forma ideal é informação contra informação. A partir desse ponto, fica a critério do usurário escolher qual informação melhor se encaixa com suas crenças, vivências e consciência, não cabendo aos governos ou demais instituições decidirem isso. Como já vivemos em um mundo global digital, todas as solicitações de remoção de conteúdo precisam ser justificadas e o direito a resposta digital deve ser garantido, sem importar a cidadania, o país ou o governo. Curiosidade Na última atualização do Índice Mundial de Liberdade de Imprensa, em 2021, o Brasil está em 111º no ranking. Em 2018, nos encontrávamos em 103º. Esse ranking pode ser conferido no site da ONG Repórteres Sem Fronteira, acesse por esse link. Para continuar lendo mais artigos interessantes, visite nosso blog!
Treinamento corporativo: o que é e quais benefícios possui

Em artigos anteriores, citamos as vantagens da educação corporativa. Você já pensou em aplicar na sua empresa? Isso é um diferencial para seu negócio em relação à produtividade, inovação e motivação dos colaboradores. Vamos conferir o que é o treinamento corporativo! Investir na capacitação dos colaboradores é necessário para que a empresa se mantenha competitiva no mercado. Uma das melhores e mais efetivas formas de fazer isso é por meio de um treinamento corporativo. São desenvolvidas habilidades específicas pessoais e profissionais, fazendo com que a empresa tenha capital humano preparado para atingir os objetivos propostos. Além de bons salários e um ambiente respeitoso e acolhedor, os colaboradores necessitam ter conhecimentos suficientes para que as atividades sejam realizadas da melhor forma, no menor tempo. Para que isso impacte diretamente nos resultados finais em sua corporação, os colaboradores precisam ser incentivados ao treinamento e desenvolvimento constante, podendo utilizar vários meios e materiais. Por que devo desenvolver meus colaboradores? Essa é uma pergunta que você deve estar fazendo agora. Citamos algumas vantagens do treinamento corporativo, como por exemplo o impacto final nos resultados da empresa. Vamos conferir algumas outras? Atualmente, as empresas vivem um momento de grande aceleração do mercado e em questão de momentos o cenário muda. A gestão de alta performance surge justamente para equilibrar a empresa nesse momento tão instável. O desenvolvimento humano é cada vez mais almejado pelas empresas. É esperado que o colaborador contribua durante um bom tempo, e, para ter um excelente desempenho, as competências e habilidades devem ser desenvolvidas e aprimoradas. Para ter um maior alcance dos treinamentos, a empresa precisa investir, dentro de sua realidade, em um sistema bem estruturado, onde visa promover as competências e habilidades que são necessárias para o desenvolvimento da empresa. O treinamento corporativo é fundamental para a cultura organizacional da empresa e deve envolver as lideranças. Treinar os colaboradores, além de dar as condições ideais para executar suas atividades, promove o aprendizado mútuo. Tudo certo até agora, correto? Mas, afinal, o que é o treinamento corporativo? O que é treinamento corporativo? O treinamento corporativo é uma prática da educação corporativa. Propõe desenvolver habilidades específicas nos colaboradores, onde alinha os conhecimentos necessários com os objetivos da empresa. Pode ser ministrado pela própria empresa ou por profissionais especializados. O treinamento corporativo visa desenvolver o lado profissional do colaborador, onde, consequentemente, ele se mantém mais motivado e engajado, trazendo mais produtividade e melhores resultados para a empresa. Esse tipo de treinamento pode ser direcionado a qualquer funcionário da empresa, não importando seu grau na hierarquia, desde que adequado à cada função. Quando são aplicados de forma correta, trazem diversos benefícios. Vamos conferir alguns? Benefícios de um treinamento corporativo Aumento de produtividade A produtividade aumentará, pois, um colaborador bem treinado, sabe exatamente como realizar seu trabalho da melhor forma, levando menos tempo para realizar as atividades e produz mais. Melhora do clima organizacional Treinando seus colaboradores, fará com que eles se sintam mais importantes e mais valorizados, ficando mais motivados e engajados. Dessa forma, a empresa em um todo, terá melhora com o clima organizacional. Incentivo à inovação Os colaboradores, quando dominam corretamente suas atividades e funções, entendem o contexto atual da empresa, executam de forma exemplar seu trabalho dentro da sua área de atuação e têm acesso às mais novas informações do mercado, conseguem analisar de forma crítica os processos, a partir daí propõem melhorias e inovações para a empresa. Diminuição do turnover O turnover é a taxa de rotatividade de funcionários. É medida de acordo com o número de colaboradores que saem da empresa durante um determinado período. Quando todos os benefícios citados acima impactam os colaboradores, a chance de eles abandonarem a empresa é visivelmente menor, onde é evitado os prejuízos da rotatividade. Colaborador satisfeito traz vantagens à empresa! Esses foram apenas quatro dos diversos benefícios que um treinamento corporativo traz à sua empresa. Agora vamos ver quais competências podem ser desenvolvidas? Competências desenvolvidas a partir do treinamento Com todos os benefícios citados anteriormente, é fácil saber que o treinamento corporativo é uma ótima aposta para sua empresa. Sendo assim, vamos ver algumas competências que podem ser desenvolvidas com ele: Relacionamento interpessoal; Liderança; Autonomia; Criatividade; Gestão de tempo; Delegação de tarefas; Condução de reuniões; Gestão de pessoas; Preparação de feedbacks; Aprimoramento de comunicação oral e escrita; Dentre tantas outras. Conclusão Com um bom treinamento corporativo, os colaboradores serão desenvolvidos profissionalmente, trazendo melhora nos resultados da empresa. Profissionais capacitados têm melhor performance e são mais engajados. Para o treinamento ser assertivo, é necessário realizar um bom planejamento. Analisar os pontos a serem melhorados, ajudará a montar um calendário que atenda às necessidades da empresa. Continue acompanhando nosso blog para entender como montar seu treinamento corporativo! A plataforma ideal para sua empresa A Estado Virtual oferece uma plataforma completa e assessoria para criar os seus cursos por meio de uma ferramenta de gestão de ensino. Também oferecemos um sistema de proteção aos vídeos produzidos e acessos simultâneos ao conteúdo, tornando mais barato a reprodução. A Plataforma EAD é desenvolvida de forma personalizada para sua empresa, onde, tanto você quanto seus colabores poderão acompanhar a desenvolvimento por meio de um sistema de estatísticas da própria plataforma. Tudo isso de forma simples e bastante intuitiva. Além disso também possível interagir com os seus colaboradores, o que torna o sistema EAD uma extensão da sua empresa e aproxima os alunos durante o treinamento. Entre em contato com a gente!
Automação de processos: como melhorar a gestão de sua empresa?

Automação de processos, como melhorar a gestão de sua empresa
Dia das mulheres: 10 exemplos que mudaram a educação

Ao longo da história, as mulheres mudaram a educação e fizeram várias contribuições para transformarem o mundo. Desde o início, a educação foi criada por mulheres que lutavam pela construção de conhecimentos e para que os processos educativos tivessem os alunos como centro. Com exemplos em todas as áreas de conhecimento, elas são modelo para professores, estudantes e qualquer outra pessoa que deseje compartilhar o conhecimento. Nesse dia internacional das mulheres, viemos falar sobre 10 exemplos que mudaram a educação. Vamos conferir? 1. Marie Curie Marie Sklodowska Curie foi uma cientista polonesa. Formada em matemática e física, foi responsável pela descoberta dos elementos químicos Polônio e Rádio junto com seu marido. Essa descoberta permitiu o início das pesquisas sobre radioatividade. Ela marcou a história ao ser a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel. Em 1903, recebeu o Nobel de Física, e, oito anos depois, recebeu o de Química, tornando-se a primeira pessoa a recebê-lo duas vezes. 2. Stefa Wilczynska Stefa foi uma pedagoga que defendia que a educação deve se basear nas experiências dos indivíduos e que as escolas deveriam deixar de ser meros espaços de transmissão de conhecimento, para virar uma comunidade. Vinda de família judia, criou um orfanato em Varsóvia, na Polônia. Era organizado sobre os princípios de justiça, fraternidade e igualdade de direitos e deveres. O ambiente era acolhedor. Tinha salas de estar, de refeições, bibliotecas e dormitórios confortáveis. Esse ambiente foi perdido quando a polícia nazista a transferiu para uma pequena casa, suja e sem mobília. Após isso, Stefa e 200 crianças foram levadas para a câmara de gás. 3. Maria Montessori Montessori foi uma médica, educadora e pedagoga italiana. Desenvolveu o método de aprendizagem baseado no “aprender fazendo”. Método esse que ainda é muito utilizado atualmente. Foi a primeira mulher a se formar em medicina na Itália. Pioneira da pegadogia, enfatizou a autonomia e protagonismo dos alunos, não tendo os professores como principais fontes de conhecimento. Hoje em dia, nas escolas montessorianas, o ensino é baseado na noção de que os estudantes apendem melhor com as experiências de procura e descoberta próprias, cabendo ao professor acompanhar esse desenvolvimento. 4. Cecília Meireles Cecília Meireles foi uma grande poeta, jornalista e professora brasileira. Fez parte do Movimento dos Pioneiros da Educação pela Escola Nova na década de 30. Buscava uma educação pública, gratuita e laica para todos. Se destacou também pela enorme contribuição à literatura infantil, com livros, peças teatrais, cantigas de roda e poesias. Até hoje é referência para os educadores. Além de tudo isso, Cecília também se envolveu em diversos movimentos culturais, fez várias publicações em jornais e, em 1935, organizou a primeira biblioteca infantil do país. 5. Dorina Nowill Aos 17 anos, Dorina ficou cega devido à uma doença não diagnosticada. Foi a primeira aluna cega a frequentar um curso regular na Escola Normal Caetano de Campos. Ajudou na integração de outra aluna cega na mesma instituição e colaborou para elaboração da lei de integração escolar, que foi regulamentada em 1956. Percebendo a carência de livros em braile no país, criou a Fundação para o Livro do Cego no Brasil. Fundou também a primeira imprensa em braile, que passou a distribuir livros didáticos e diversos outros matérias. Dorina se especializou em educação para cegos nos Estados Unidos, e, ao retornar para o Brasil, atuou na prevenção da cegueira e na educação de pessoas com deficiência visual. Contribuiu em campanhas do Ministério da Educação e lutou por vagas de emprego para esse público. 6. Emília Ferreiro Emília, psicóloga, pedagoga e psicolinguista argentina, fez uma análise sobre os mecanismos pelos quais as crianças apendem a ler e a escrever. Revolucionou a maneira de se pensar em alfabetização, e, a partir dos 90, influenciou diretamente a educação brasileira. Seu trabalho, voltado para educação infantil, revelam os processos de aprendizado das crianças. Fez doutorado na Universidade de Genebra e, sob orientação de Jean Piaget, concluíram que as crianças têm o papel principal na construção do próprio conhecimento. Seus estudos influenciaram tanto os educadores brasileiros que os Parâmetros Curriculares Nacionais também são inspirados em suas obras. 7. Débora Seabra A primeira professora com síndrome de Down do Brasil, Débora estudou em escolas inclusivas desde a infância e seu amor por livros que a inspirou a atuar na área. Ao se formar, se voluntariou para trabalhar como educadora auxiliar em uma escola particular no Rio Grande do Norte. Lutou contra o preconceito e conquistou alunos e professores. Já palestrou na ONU, em Nova York. Em 2015 recebeu, pela Câmara dos Deputados, o prêmio Darcy Ribeiro, que é concedido a pessoas com destaque na área da educação. Também lançou um livro de fábulas infantis sobre superação e amizade. 8. Ana Mae Tavares Bastos Barbosa Conhecida como Ana Mae Barbosa, é pioneira do método de ensinar por meio da arte. Tem uma proposta triangular, que se baseia em: conhecer a história, conhecer o fazer artístico e apreciar as obras de arte. Foi curadora de exposições, palestrou em diversos países e chegou a lecionar em universidades inglesas e americanas. É referência em escolas, museus e faculdades de pedagogia por todo o mundo. Foi contemplada com o título de doutora honoris causa pela Universidade Federal da Paraíba e também é considerada ícone da educação pelo Instituto Europeu de Design. 9. Antonieta de Barros Jornalista, professora e a primeira mulher negra eleita deputada no Brasil. Antonieta era filha de escrava liberta com um jardineiro. Nasceu 13 anos após o fim da escravidão no Brasil. Desde cedo buscou fugir do destino concedido às jovens negras da época. Com falta de oportunidades e direitos, Antonieta fundou o curso de Alfabetização Antonieta de Barros em sua própria casa. Era ela mesma que dava as aulas. Com muita dedicação, reservou o seu merecido respeito até o fim de sua vida. 10. Êda Luiz Já foi professora em escola rural e da Febem e coordenadora pedagógica do Centro de Integração de Jovens e Adultos (Cieja). Em sua gestão, sua instituição se tornou referência como escola democrática: aberta e
Atividades de Alfabetização no Ensino EAD

O Ensino à Distância (EAD) é uma modalidade de ensino que tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil. Segundo o Censo EAD realizado pelo INEP em 2017, o número de matrículas em cursos a distância cresceu 21,8% em relação a 2016, totalizando 6,8 milhões de alunos. Alfabetização é o processo pelo qual as pessoas aprendem a ler e a escrever. No Ensino à Distância, esse processo pode ser um pouco diferente do Ensino Presencial, já que o aluno tem mais autonomia e precisa ter disciplina para cumprir as atividades propostas. Neste artigo, vamos mostrar algumas atividades de alfabetização que podem ser utilizadas no Ensino EAD. A importância da alfabetização no Ensino a Distância A alfabetização é importante para o Ensino a Distância porque ela ensina as pessoas a ler e escrever. Sem ela, as pessoas não seriam capazes de aprender o material que está sendo ensinado. A alfabetização também é importante porque ela ajuda as pessoas a se comunicar melhor. Sem ela, as pessoas teriam dificuldades em se expressar e se entender mutuamente. O papel do professor de Alfabetização no EAD O papel do professor de Alfabetização no EAD é extremamente importante, pois é ele quem irá guiar o aluno durante todo o processo de aprendizagem. O professor deve ser capaz de identificar as dificuldades do aluno e proporcionar um ambiente propício para que o mesmo possa superá-las. Além disso, o professor também deve estar sempre disponível para tirar dúvidas e orientar o aluno em caso de dificuldades. Atividades de Alfabetização para o Ensino EAD Alfabetização é o ato de aprender a ler e escrever. Para muitas pessoas, isso significa saber como decodificar símbolos para que possam, em seguida, produzir esses símbolos por meio da escrita. A alfabetização é considerada um processo vital para o desenvolvimento pessoal e profissional, e também para a cidadania. A alfabetização é um processo contínuo que começa na infância e se estende por toda a vida. Alfabetização em meio EAD tem sido uma ferramenta educacional importante, tendo em vista a sua flexibilidade de tempo e espaço. Com a popularização das tecnologias da informação e da comunicação (TICs), as plataformas EAD ganharam força como instrumentos de ensino aprendizagem inovadores. No entanto, a utilização dessa metodologia não é isenta de desafios, sobretudo no que concerne à alfabetização dos estudantes. Diante disso, torna-se relevante o desenvolvimento de atividades de alfabetização voltadas para o ensino a distância, uma vez que elas podem contribuir significativamente para o aprendizado dos estudantes. As atividades de alfabetização para EAD podem ser divididas em três grandes grupos: atividades pré-alfabetizacionais, atividades durante a alfabetização e atividades pós-alfabetizacionais. As atividades pré-alfabetizacionais são aquelas voltadas para o estudante antes do início do processo de alfabetização propriamente dito. O objetivo dessas atividades é preparar o estudante para os desafios que ele irá enfrentar durante o aprendizado da leitura e da escrita. Algumas das atividades pré-alfabetizacionais mais comuns são: identificar letras do alfabeto em objetos cotidianos; relacionar objetos com as respectivas letras; montar palavras com as letras disponíveis; dentre outros. As atividades durante a alfabetização são aquelas direcionadas para o estudante no momento em que ele está aprendendo a ler e escrever. O objetivo dessas atividades é auxiliá-lo no desenvolvimento de habilidades linguísticas básicas, tais como: reconhecer sons; identificar letras; decodificar palavras; dentre outros. Algumas das atividades durante a alfabetização mais comuns são: leitura de histórias, míni-currículos sonoros, jogo da memória áudio visuais, decoreba, escrita, ditado, leitura e outros jogos didáticos multimídia disponíveis na internet. Conclusão A Plataforma EAD é uma excelente opção para você que busca atividades para educação infantil .Além de oferecermos um amplo acervo de conteúdos, contamos com uma equipe especializada em EAD que está sempre à disposição para ajudá-lo. Conheça a nossa plataforma e surpreenda-se com o nosso ensino!
Educação Corporativa: 9 dicas infalíveis para engajar os seus colaboradores

Um dos resultados mais notáveis da educação corporativa é a mudança no comportamento dos colaboradores. Mais eficientes e dispostos à atingirem os objetivos propostos, os colaboradores são encorajados a participarem dos treinamentos corporativos. Um dos principais objetivos da educação corporativa é engajar seus colaboradores. Dessa forma, a educação corporativa a distância vem crescendo cada vez mais e a partir daí é preciso ter soluções e técnicas de engajamento. Como o ensino a distância é muito autônomo, é importante que o aluno seja constantemente motivado para que se sinta interessado tanto pelo conteúdo aplicado, como pelos processos de aprendizagem estabelecidos no curso. Portanto, é extremamente importante investir em estratégias para que seus colaboradores se mantenham conectados e interessados pelo conteúdo. Separamos para você 9 dicas infalíveis para engajar seus colaboradores! Confira: Estabeleça as expectativas; A primeira impressão é a que fica. Dessa forma, a socialização do novo colaborador deve ser um hábito para mostrar que a sua empresa valoriza a aprendizagem. O onboarding e a formação funcional devem ser exemplares. Assim, o colaborador sentirá o real benefício da capacitação.Desde o início é importante estabelecer as expectativas em relação ao resultado a ser alcançado. Isso pode ser feito por meios de trilhas de aprendizagem e suporte para o desenvolvimento contínuo do profissional. Prepare um material relevante e interessante; Para isso, deve ser feito um estudo do seu público. Entender quais suas necessidades, interesses, pontos a serem desenvolvidos, e, principalmente, entender seu nível educacional. Repassar conhecimentos muito abaixo ou muito acima do nível do seu público é um dos erros mais prejudiciais ao engajamento dos seus alunos. Para o sucesso da educação corporativa, é preciso garantir que seus materiais sejam relevantes e que irão acrescentar ao trabalho ou até mesmo à vida pessoal do seu colaborador. Outra coisa importante ao preparar seu material, é entender que ele não é imutável. Com a constante evolução, é preciso que seu conteúdo se mantenha sempre atualizado e coerente. Implante a gamificação; Como já explicamos nesse artigo, a gamificação traz diversos benefícios para seus colaboradores. Além de ser um fator de diversão, aumenta o nível de engajamento dos participantes, pois foca em feedbacks mais rápidos, dinamicidade, competitividade e distribuição de recompensas. Oferecendo aos colaboradores incentivos para que estudem mais, o retorno será positivo sobre o que estão apendendo e sobre as habilidades que estão desenvolvendo. Não é preciso um investimento alto. Os prêmios podem ser, por exemplo, uma consultoria com um determinado profissional da área, conteúdo especial para quem atingir determinada pontuação, pontos que podem ser trocados por brindes, posto de “funcionário mais engajado”, com direito a brinde e placa especial, dentre diversas outros prêmios. Citamos algumas das formas de aplicar a gamificação para engajar seus colaboradores. Agora confira nesse artigo como implementar a gamificação na sua empresa. Incentive a colaboração e o trabalho em equipe; Para uma empresa funcionar de forma exemplar, é preciso que todos os setores e departamentos trabalhem em equipe. Com o trabalho em conjunto e sincronizado, a empresa ganha muito em eficiência e tem mais lucros, tanto financeiros, como culturais e de clima organizacional. Essa cultura de colaboração pode ser desenvolvida por meio de atividades e treinamentos. Ao incentivar o trabalho em equipe, o curso irá engajar seus colaboradores e prepará-los para o bom funcionamento da empresa no geral. As atividades propostas com essa finalidade podem envolver pessoas de hierarquias e setores diferentes, assim, os colaboradores participantes serão mais motivados com a troca de informações e experiências. Invista em interatividade; O seu curso ou treinamento, quando tratado de forma unidirecional, não atinge todos os objetivos propostos a princípio. O aluno precisa não apenas receber informações, sem ter como interagir com o conteúdo, com os professores e com outros colegas. Isso fará com que as pessoas sintam que o material é cansativo, de difícil compreensão e em um beco sem saída. Por isso é importante investir em interatividade em diversos níveis, para que os alunos se mantenham engajados e interessados no conteúdo. Investir em ferramentas de criação de materiais animados, vídeos, fóruns de discussão, chats, podcasts, e-books e quizzes garantirão o sucesso do seu curso! Campanha multi device; Ao longo do curso, faça campanhas de multi device. O que isso quer dizer? Incentive que os seus alunos usem os próprios dispositivos, com os quais já têm familiaridade e proporcione flexibilidade a eles. Isso tira a obrigatoriedade de estudar sempre no mesmo dia e horário, onde as aulas são encaradas como obrigação. Deve ser desenvolvido por livre e espontânea vontade. Os colaboradores poderão realizar as atividades e aulas de casa, onde não precisarão tomar tempo de trabalho. Integração com SSO; Uma das maiores frustações que desmotivam o colaborador é em relação ao login. Isso mesmo que você leu. Geralmente, em uma empresa, são utilizadas várias ferramentas e plataformas para desempenhar o trabalho. Em regra, essas aplicações pedem login e senha, cada um com sua especificação, como por exemplo senha com no mínimo 8 dígitos, 1 caractere especial, pelo menos uma letra maiúscula e etc.. Se cada plataforma exigir uma senha diferente, fica quase impossível memorizar todas. O SSO permite que os aplicativos usem a mesma senha para todos os acessos, de forma segura e transparente. Ou seja, com o SSO, o colaborador digita apenas uma vez a senha, e, ao abrir os demais aplicativos, não terão que digitar novamente.Além de facilitar a rotina, evita perda de tempo desnecessária e melhora a experiência do usuário (UX). Isso melhora, inclusive, as questões de segurança da empresa, já que com várias senhas, os colaboradores colocam uma senha simples e armazém de forma insegura.E isso funciona tanto para aplicativos que estão dentro da empresa quanto para aplicativos que estão na nuvem. Trilhas de aprendizagem com datas específicas; As trilhas de aprendizagem são uma ótima forma de engajar seus colaboradores! Ela é formada por um conjunto de atividades em sequência. O gestor cria a sequência das atividades que deve conter todos os requisitos necessários para que o colaborador se desenvolva de acordo com a sua área de atuação.
E-learning: 10 vantagens para você conferir!

A evolução constante dos meios digitais vem trazendo diversos benefícios ao nosso cotidiano. Avanços na área da saúde, administração, negócios e até mesmo na educação proporcionam maior praticidade e comodidade nas atividades realizadas. Essa evolução, quando colocada em prática na educação, traz ferramentas mais modernas, flexibilidade de tempo e espaço, e diversas outras vantagens, tanto para o estudante, quanto para a organização. Nesse artigo vamos explicar como o e-learning funciona e quais as vantagens que ele tem. Vem com a gente! O que é e-learning? O e-learning é uma modalidade do EaD. Pegando a etimologia da palavra, o prefixo “e” é utilizado para identificar algo que é feito de forma eletrônica, como por exemplo e-book (livro eletrônico) ou e-mail (correio eletrônico). Já “learning”, traduzindo para o português, significa aprendizagem. Então temos “aprendizagem eletrônica”. Tá bom, mas o que isso quer dizer? A aprendizagem eletrônica é feita de forma 100% a distância. Para que isso aconteça, é necessário que haja o desenvolvimento de uma plataforma que tenha um ambiente virtual de aprendizagem. Nesse ambiente são oferecidos cursos, materiais de apoio, atividades avaliativas, videoaulas e tudo que uma sala de aula tradicional possui. Por meio dessa plataforma é possível que o professor gerencie as disciplinas e acompanhe o desempenho dos alunos. O e-learning gera e distribui conteúdos digitais na internet, fazendo com que o aprendizado se dê totalmente à distância. Um dos diferenciais do e-learning é a interatividade que ele permite. A tecnologia implantada na plataforma permite que os estudantes e professores mantenham uma eficaz comunicação. É possível também que os alunos interajam com os conteúdos da plataforma, participem de fóruns e chats, tenham materiais extras e etc. Entendido sobre o que é o e-learning, ainda vamos ver 10 vantagens que ele tem. Mas antes disso, você sabia que ele pode ser dividido alguns tipos? Vamos conferir! Tipos de e-learning A modalidade pode ter algumas subdivisões, que são categorizadas pela maneira com que ocorrem as interações dentro da plataforma. Confira: Educacional Essa é a subdivisão mais comum. Reúne vários cursos livres, profissionalizantes, técnicos e até mesmo preparatórios. Após o início da pandemia, em 2020, várias instituições de ensino superior tiveram que se adaptar ao modelo totalmente à distância. Com essa adaptação, foi visto que é vantajoso e houve uma oferta ampla de cursos de graduação e pós-graduação nesse formato. Como esse modelo rompe a barreira geográfica, não é necessário ter polos em todos os estados que os cursos são disponibilizados, reduzindo custos para a instituição. O curso pode ser levado aonde a imaginação permitir, já que o aprendizado eletrônico não possui fronteiras. Corporativo As empresas passaram a investir na capacitação dos funcionários diante das inovações tecnológicas. Até mesmo as pequenas empresas incorporaram o e-learning como opção para se destacarem no mercado e se manterem atualizados. Com versatilidade, os cursos disseminam conteúdos personalizados, motivando ainda mais os colaboradores a participarem e adquirirem novos conhecimentos. Assim como no educacional, o corporativo também reduz custos. A empresa não precisará arcar com impressão de material, contratação de instrutores e locação de espaços para ministrar os treinamentos e cursos. Tanto o educacional, quanto o corporativo podem ser síncronos ou assíncronos. Síncronos São os cursos que ocorrem em tempo real. O professor ensina, e por meio de uma transmissão os estudantes assistem, participam de debates e tiram dúvidas. Assíncrono São os cursos que são gravados e armazenados na plataforma, onde o aluno acessa quando quiser. Também são utilizadas ferramentas como e-mail e fóruns de discussões, onde o estudante pode tirar suas dúvidas e fazer comentários a qualquer horário, sem necessariamente precisar estar logado no momento da resposta. Agora que a gente já entendeu o conceito e os tipos de e-learning, vamos ver as 10 vantagens que ele possui? 10 vantangens do E-learning Economia para a instituição; Foco nas necessidades do aluno; Flexibilidade de horários; Personalização dos conteúdos; Atualização constante dos conteúdos; Diversificação de oferta dos cursos; Baixo custo da mensalidade em relação à modalidade presencial; Incentivo ao autoaprendizado; Acompanhamento de desenvolvimento e desemprenho dos alunos e dos cursos; Escalabilidade do negócio; Essas são algumas das vantagens da “aprendizagem eletrônica”. Lembrando que a lista não está por ordem de importância, ok? Cada vantagem listada é autoexplicativa e só trará benefícios para o seu negócio. Conclusão Com a atualização dos meios digitais, o e-learning implantou uma dinâmica diferente nos cursos online, onde o estudante é o protagonista do seu próprio processo de aprendizagem. Com a flexibilidade que o e-learning tem, ele tem sido cada vez mais implantado no mundo corporativo, qualificando mais colaboradores e aperfeiçoando competências. Toda essa explicação é inspiradora, né? Continue acompanhando nosso blog para mais artigos interessantes! Agende uma demonstração com a Plataforma EAD!
Gestão de conhecimento: como colocar em prática?

Em uma empresa, a quantidade de conhecimento produzido é gigantesca. Todos os processos realizados na organização são fonte de informações para manter o bom funcionamento e fazê-la crescer. Mas você já parou para pensar na quantidade de informações que temos atualmente? A globalização e a constante evolução digital nos bombardeiam de diversas informações a todo momento. E isso não é diferente no ambiente empresarial. Diariamente somos cobrados a entregar resultados, analisar a concorrência, ter novas experiências e obrigações e avaliar atendimentos. É aí que entra a Gestão de Conhecimento. Para que seja obtido um resultado positivo, é necessário ter uma gestão estratégica para organizar as informações. Continue lendo este artigo, que vamos lhe explicar o conceito e como colocar em prática! O que é Gestão de Conhecimento? Traduzido do inglês “knowledge management”, a Gestão de conhecimento engloba uma série de ações que as empresas já aplicam (ou pelo menos deveriam) em suas rotinas. Ações essas que são: identificar, avaliar, distribuir e aplicar o conhecimento para o desenvolvimento da organização. Segundo o fluxo, é necessário primeiramente identificar e avaliar cada um dos conhecimentos que os colaboradores e a empresa possuem, e que são utilizados para fazer a engrenagem da empresa girar. Quais são os conhecimentos que a equipe domina? Quais deles já foram transformados em processos? Quais competências ainda podem ser desenvolvidas? O conhecimento que os colaboradores têm já basta para a rotina da empresa? Tudo isso deve ser bem avaliado. Chegando à conclusão das perguntas acima, é hora de distribuir e aplicar o conhecimento. Com maior consciência acerca dos conhecimentos existentes na empresa, fica fácil colocar em prática! A partir desse momento é possível fazer ações de melhoria em processos, atividades, produtos e até mesmo no atendimento. Podemos ver que a gestão de conhecimento é uma abordagem utilizada para que a empresa se desenvolva, alcance seus objetivos e ainda se destaque entre os concorrentes. Nós concordamos que conhecimento é poder, certo? Então vamos ver como colocar a gestão em prática! Como colocar a Gestão de Conhecimento em prática? O conhecimento é um dos pontos mais importantes de uma empresa e sempre deve ser documentado. Fazendo isso, a empresa não depende exclusivamente do colaborador que comanda o fluxo e ainda valoriza as rotinas que foram construídas no passado por colaboradores que já não fazem mais parte da equipe Para colocar a gestão em prática é preciso: Definir as fontes de conhecimento; A análise deve ser feita junto aos colaboradores para verificar quais fluxos funcionam perfeitamente, quais precisam melhorar, quais ainda precisam ser implantados. Fazendo uma “pesquisa de campo” com os colaboradores, será possível definir quais são os conhecimentos que a empresa como um todo já possui. Qualificar o conhecimento coletado; Coletando todas essas informações, é preciso qualificá-las. Os conhecimentos acerca de determinado fluxo são bons o suficiente? Podemos melhorá-lo de qual forma? Talvez só adicionando mais alguns passos? Ou reformulando ele todo? Divulgar o conhecimento; Após todas as melhoras serem feitas a partir da qualificação, é hora de divulgar o conhecimento. Pode ser feito por meio de seminários, e-mails e wikis corporativas, e de diversas formas. Colocá-lo em prática. Agora sim é hora de aplicar o conhecimento. É a hora de solicitar que os colaboradores coloquem em prática o que foi divulgado para que a empresa se desenvolva cada vez mais. Um fluxo bem definido gera maior produtividade e traz melhores resultados. Algumas das formas mais comuns de disseminar o conhecimento dentro de uma empresa são: transferência de informações a partir de palestras, treinamentos e discussões; guias, diretrizes e FAQs (lista de perguntas frequentes); redes sociais corporativas; e, por fim, ambientes de educação online, como plataformas para treinamento corporativo. Algumas das formas mais comuns de disseminar o conhecimento dentro de uma empresa são: transferência de informações a partir de palestras, treinamentos e discussões; guias, diretrizes e FAQs (lista de perguntas frequentes); redes sociais corporativas; e, por fim, ambientes de educação online, como plataformas para treinamento corporativo. E nós temos a Plataforma ideal para sua empresa! Nós, da Estado Virtual, oferecemos a você uma plataforma completa e com assessoria para criar seu conteúdo. A Plataforma EAD Corporativo é totalmente customizável e pode ser gamificada da forma que desejar. Conteúdos podem ser enviados por e-mail, SMS e até mesmo Whatsapp. Webconferências podem ser realizadas e gravadas diretamente da plataforma. Não existe forma melhor de conhecer e entender os gargalos de conhecimento da sua empresa, se não cruzando dados de avaliações e questionários, certo? É possível reconhecer as vulnerabilidades da sua empresa com base no conhecimento dos seus funcionários. Na plataforma você conseguirá cruzar esses dados e sua equipe será altamente capacitada! É possível criar cursos online com sua marca e nome de domínio. O curso pode ser para capacitação, aprimoramento, reciclagem ou certificação dos seus colaboradores. Os relatórios serão gerados a partir de áreas de conhecimento, sendo possível reconhecer os melhores alunos e comparar resultados. Além de tudo isso, você poderá emitir certificados de acordo com o resultado dos testes. A plataforma também permite integração com as mais diversas ferramentas e sistemas, tudo isso graças ao nosso time de competentes desenvolvedores, que estão aqui para te ajudar a ter o seu curso online! Com todas essas vantagens, fica difícil resistir, correto? Entre em contato com a gente para uma demonstração! A solução para a Gestão de Conhecimento A Estado Virtual também tem uma solução para ajudar na Gestão de Conhecimento: o EV DOC! Com essa solução, você não gerencia apenas os documentos, mas toda a informação da sua empresa! O sistema permite a criação de formulários customizáveis para o cadastro de dados que podem estar relacionados ou não aos documentos. Dessa forma, o formulário funciona não apenas como indexador de documentos para consultas futuras mas sim um repositório completo de informações. Para conhecer, acesse por esse link. Conclusão Discutir a gestão de conhecimento em sua empresa é importantíssimo, já que a implantação dela trará diversos benefícios à equipe. O conhecimento é um bem valioso que deve ser compartilhado e repassado para os
Universidade corporativa: 7 empresas que atingiram o sucesso

Como visto em artigos anteriores, a universidade corporativa vem crescendo cada vez mais. Empresas interessadas em promover um ambiente de crescimento, aprendizagem e compartilhamento de conhecimento, vem buscando implantar a universidade corporativa em suas rotinas. O investimento na educação corporativa traz um retorno excepcional, não somente com os funcionários, mas para própria empresa, podendo ser a curto, médio e longo prazo. Lembrando que não existe apenas uma forma de implementar a universidade corporativa em sua empresa. Depende das necessidades verificadas e de quais objetivos pretende-se atingir. Nesse artigo, vamos falar sobre 7 empresas que implantaram a Universidade Corporativa e atingiram o sucesso. Mas, antes disso, vamos recapitular o conceito de Universidade Corporativa? O que é uma Universidade Corporativa? É uma instituição que objetiva o desenvolvimento de habilidades nos funcionários por meios de treinamentos e cursos. Aplicados da forma EAD, trazem benefícios quase que imediatos para os funcionários e para a empresa. Ao implementar uma universidade corporativa em sua empresa, você terá colaboradores mais motivados, onde serão desenvolvidas novas habilidades neles, os interesses serão alinhados, a cultura e os valores da empresa serão difundidos no dia a dia, e além de tudo isso, ainda será gerado economia para a empresa. São diversos benefícios, correto? Ficou interessado em saber quais as empresas atingiram o sucesso por meio de uma Universidade Corporativa? Então vem com a gente e continue lendo esse artigo! 7 empresas que atingiram o sucesso Já recapitulamos o conceito e repassamos alguns dos benefícios, agora vamos ver os 7 exemplos de empresas que atingiram o sucesso ao implementarem uma universidade corporativa. Universidade Ambev Criada em 1995, a Universidade Ambev, antiga Universidade Brahma, é responsável por treinar e capacitar os colaboradores da empresa. É fundamentada em três eixos: liderança e cultura, funcional e método. Cada um desses eixos possui sua própria sequência de aprendizagem. A atual plataforma é inspirada no Netflix, onde são oferecidos conteúdos em vídeo, texto, áudio, live e ainda conta com redes sociais como Tik Tok e Instagram. Essa gama de opções é feita para estimular os colaboradores a adotarem a forma de ensino que mais lhe agrada. Petrobrás A estatal brasileira Petrobrás atua com exploração e produção de petróleo e gás natural. Por esse motivo é difícil achar colaboradores capacitados a atuarem nessa área. A universidade foi implantada para contornar a situação. A instituição forma os funcionários e os molda de acordo com as necessidades da empresa. Atualmente a empresa conta com aproximadamente 40 mil colaboradores, onde a grande maioria passou pela universidade antes de iniciar o trabalho. A universidade conta com plataformas de ensino à distância, salas de aula, laboratórios especiais e auditórios para conferências, além de oferecerem bolsas de incentivo à pesquisa. Leroy Merlin A empresa Leroy Merlin aderiu a universidade corporativa de um modo diferente, onde os próprios colaboradores são os propulsores do conhecimento. Chamados de multiplicadores, os instrutores internos são formados tecnicamente e pedagogicamente. Como eles conhecem a realidade da empresa, tornam o aprendizado mais fácil, podendo focar nos maiores problemas que os demais colaboradores têm no dia a dia. Além dos multiplicadores, a instituição oferta videoaulas, laboratórios e feiras, demonstrações à fornecedores e mentorias de atendimento. Também é aplicado a gamificação. Universidade Corporativa da Caixa Econômica Federal Implementada em 2001, busca promover ações que estimulem e viabilizem o desenvolvimento das competências de colaboradores, clientes, parceiros e da comunidade. A instituição oferece seminários, cursos e ações de aprendizagem à distância, programas de desenvolvimento gerencial e para atendimento ao cliente, bolsas de estudos para conclusão de graduações, incentivo ao mestrado, doutorado e idiomas estrangeiros. Atualmente são cerca de 100 cursos ministrados presencialmente e à distância, sobre variados temas, como por exemplo serviços financeiros e cidadania corporativa. Atualmente também é um dos maiores exemplos da universidade corporativa no Brasil. Googleplex A universidade corporativa do Google, a Googleplex, é uma das mais inovadoras e criativas da América. A instituição habilita os colaboradores a explorarem interações com os demais enquanto aprendem, assim como em uma universidade convencional. Ela também permite que os colaboradores invistam em tempo profissional em outros projetos relacionados a empresa. Isso aumenta a produtividade e engajamento dos colaboradores e cria novas tecnologias para o Google. UniBB É uma das primeiras universidades corporativas criadas no Brasil, existe desde 1965. Existem diversas unidades e plataformas espalhadas pelo país, onde oferecem ambientes de aprendizagem para desenvolvimento profissional e pessoal. A universidade do Banco do Brasil visa concretizar a visão do futuro para o banco, atingir os objetivos estratégicos e desenvolver crenças e valores. Ela utiliza as práticas do ensino à distância para estruturar seus cursos. Universidade Apple A Apple ensina seus colaboradores a criarem coisas inovadoras e a pensarem de forma diferente por meio da universidade corporativa. O objetivo é cativar nos colaboradores a cultura da empresa e ensiná-los sobre a sua história. A procura é grande, mesmo que a participação não seja obrigatória. Os funcionários são preparados para assumirem funções de liderança e assumir riscos de maneiras visionárias. Esses foram 7 exemplos das melhores Universidades Corporativas espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Inspirador, não é mesmo? Nós da Estado Virtual vamos te ajudar a dar o primeiro passo. Entre no link e se inscreva para maiores informações.
Gamificação: como implementar em sua empresa?

Como visto no post anterior, a gamificação ajuda a desenvolver habilidades nos colaboradores, que, consequentemente, geram melhores resultados para a empresa. Nesse artigo vamos relatar benefícios e ajudá-lo a implementar em sua empresa! Mas, antes disso, vamos recapitular o conceito de gamificação? O que é Gamificação? A Gamificação é a dinâmica que utiliza games para motivar os colaboradores, deixar um produto ou serviço mais atrativo e gerar resultados mais positivos com os clientes. A gamificação não precisa necessariamente de um jogo para gerar os resultados esperados. Ela também pode ser aplicada através de desafios, regras, sistema de pontuações e premiações a cada meta cumprida. Um dos objetivos da dinâmica é aumentar a interação e o engajamento dos colaboradores e clientes. Além disso, explana a cultura organizacional da empresa, auxilia no gerenciamento de projetos e viabiliza ações de marketing. Entendido o conceito, vamos ver quais os benefícios essa proposta traz para sua empresa? Benefícios da Gamificação A gamificação possui diversas vantagens. Como em jogos comuns, os jogadores, além de se divertirem, exercitam a concentração. Para jogar, você precisa de foco, persistência e energia. Agora vamos trazer todo esse engajamento para dentro da empresa. Implementando os games na rotina empresarial, é possível moldar comportamentos e impulsionar os colaboradores. Eles ficam mais motivados e, dessa forma, trazem melhores resultados para a empresa. Os games, além do foco, também proporcionam mais determinação, sentimento de superação à cada desafio cumprido, melhor colaboração e mais união entre a equipe, gerando o sentimento de uma competição saudável e ainda propicia a autoavaliação e evolução dos colaboradores. Com todos esses benefícios, não podemos deixar de falar sobre as vantagens para empresa em si. É possível alavancar a venda de um determinado produto ou serviço, maior divulgação da marca, e auxiliar na captação de clientes e leads. Mas e aí, como implementar? Como implementar na sua empresa Para aplicar os games de forma assertiva, inicialmente é preciso fazer um estudo da empresa, para realizar um planejamento e traçar os objetivos a serem alcançados e ainda monitorar os resultados. Dessa forma podem ser seguidos 5 passos: Identificação do problema; A princípio é necessário entender o porquê da dinâmica ser utilizada. Para fazer isso, é possível realizar entrevistas com os colaboradores, a fim de receber feedbacks sobre relacionamentos com os colegas de trabalho, sobre a produtividade e sobre os valores e cultura da empresa. A identificação do que precisa ser melhorado é feita da melhor forma quando questiona os próprios envolvidos no processo. A partir daí é possível seguir com o planejamento. Definição do objetivo; Após identificar o problema, já se sabe onde precisa melhorar e é a hora de definir onde se quer chegar. Os objetivos podem variar de empresa para empresa, e, dentre eles, podemos exemplificar dois: a motivação dos colaboradores ou aumento de vendas. Ao entender o que se espera da dinâmica, você terá noção do que será feito e qual o melhor caminho a ser seguido. Entendimento da Persona; Antes de colocar em prática, é preciso entender a persona, ou seja, entender o seu público. Aplicando de forma interna na empresa, é preciso compreender a particularidade de cada participante, bem como o que eles têm em comum. Definição das estratégias; Agora com todos esses passos, vamos ver qual a ação será melhor aplicada. Isso pode ser feito em conjunto com diversos setores, inclusive RH. A melhor forma de fazer, é realizando pesquisas para gerar ideias e até mesmo um brainstorming. Com essas informações, poderá ser analisado quais os melhores caminhos e assim ver o que melhor se encaixa com a persona e com o orçamento da empresa. Mensuração. Após todos esses passos, é imprescindível a mensuração de resultados. É feito por meio de feedbacks, testes e pesquisas. Para o melhor resultado e possíveis adaptações é preciso que a gamificação seja acompanhada e observada. Logo na primeira aplicação, será possível avaliar se a estratégia seguida foi a mais indicada e se já estão sendo alcançados os objetivos. Seguindo corretamente todos esses passos, a implementação será feita da melhor forma para sua empresa! Conclusão Como estamos na era digital, é importante associar isso nas nossas atividades corriqueiras. Relacionar a tecnologia com tarefas cotidianas trazem maior conforto e melhores resultados. Antigamente os games serviam apenas para os momentos de descontração e sempre relacionados ao lazer e nesse artigos entendemos que esse cenário pode ser mudado. Aplicando em sua empresa trará diversas vantagens para os colaboradores, que alavancará seus resultados. Que tal dar o primeiro passo?
Universidade corporativa: o que é e como implementar?

Cada vez mais se vê necessidade de possuir colaboradores empenhados e incentivados a manter e melhorar o ritmo da empresa. Isso pode se dar por treinamentos e atualizações em uma Universidade Corporativa. Empresas que adotam esse modelo de treinamento possuem equipes com resultados incríveis. Além de melhorar os resultados da empresa, os colaboradores sentem-se incentivados a buscar novos conhecimentos e os clientes enxergam a preocupação da empresa com o ensino e satisfação dos profissionais e dos próprios clientes. Viemos mostrar o que é a Universidade Corporativa, quais seus benefícios e como executá-la em sua empresa. O que é a Universidade Corporativa? Universidade corporativa é a metodologia EaD para treinamento dos colaboradores. Ela vem se tornando cada vez mais popular, onde grandes empresas já adotam esse tipo de ensino para formar equipes mais capacitadas e que apresentem melhores resultados. Além disso, empresas que adotam a universidade corporativa para os treinamentos possuem benefícios como equipes mais motivadas, colaboradores renovando o conhecimento constantemente, interesses profissionais alinhados com os objetivos da empresa, e ainda gera economia. Benefícios de adotar a Universidade Corporativa Como dito anteriormente, ao adotar esse tipo de curso ou treinamento, a empresa possui vários benefícios, dentre eles podemos citar: Equipes motivadas – Ao promover cursos e treinamentos para a equipe, os colaboradores sentem-se mais motivados, pois além de adquirirem outros conhecimentos, realizam uma reciclagem do que já lhe era familiar. Os colaboradores têm a possibilidade de comunicação com outras áreas da empresa e com outros níveis de hierarquia. Ao investir em treinamentos e cursos, a equipe apresenta maior engajamento, entrosamento e produtividade, tornando os fluxos mais eficazes e ágeis; Colaboradores renovando conhecimento constantemente – Diversas empresas que possuem a Universidade Corporativa, incentivam os colaboradores à darem continuidade de forma independente, realizando outros cursos, que, além de agregar o currículo, contribui para que os profissionais sejam cada vez mais qualificados; Interesses profissionais alinhados com os objetivos da empresa – O colaborador que possui acesso à universidade corporativa, alinha os interesses tanto profissionais, quanto pessoais, com os da empresa. Os cursos e treinamentos disponibilizados além de repassar conhecimento, enfatizam valores, instigam comportamentos e alinham os propósitos com a corporação. Gerar economia – É possível gerar economia para a empresa a partir das Universidades Corporativas. Ao investir em uma Plataforma EaD, são dispensados espaços físicos para treinamentos e cursos, pois serão ministrados à distância. Podemos citar também a facilidade dos colaboradores em acessar o material, visto que poderá ser acessado de qualquer lugar, não necessitando de deslocamento ao local que seria efetuado o curso. São diversos benefícios que a empresa possui em adotar uma Universidade Corporativa. Mas, como implantar? Como implantar a Universidade Corporativa na minha empresa? Após entender o objetivo e os benefícios da Universidade Corporativa, é preciso conhecer as necessidades de sua empresa. Um treinamento com testes de conhecimento? Um curso de aprofundamento das regras e normas da empresa? Talvez um treinamento com todos os fluxos e demandas? Ou até mesmo um curso de qualificação profissional para seus colaboradores? Dentre tantas opções, é primordial a escolha a partir das necessidades que foram observadas, sendo necessário verificar as principais demandas a serem abordadas no curso ou treinamento. Pode ser feito de forma setorial ou na empresa como um todo. É importante a coparticipação de entre os líderes dos setores, até mesmo do RH, para que o curso seja realizado de forma eficaz. Pode ser realizado também um estudo para entender o perfil dos colaboradores, verificando seus interesses profissionais, onde será realizado um curso que beneficie tanto o colaborador, quanto a empresa. É imprescindível também reconhecer os gargalos da firma, para que sejam sanados por meio da Universidade Corporativa. A partir daí é necessário buscar uma plataforma EaD que atenda às necessidades verificadas. Uma plataforma que abrace todas as exigências necessárias para que o curso seja ministrado de forma proveitosa e qualifique ainda mais seus colaboradores. Após a escolha da plataforma EaD que mais se adeque às exigências da empresa, é fundamental investir em conteúdo. Vídeos, reuniões, videoconferências, artigos, chats, simulados e demais materiais precisam estar alinhados com o objetivo do curso. Posteriormente, será verificado os resultados desse processo. Para isso, os líderes precisam atuar juntamente com os colaboradores para que tenha um melhor resultado, garantindo a funcionalidade do curso. A empresa terá o retorno de como o curso ou treinamento impactou seus colaboradores, se existem outras demandas a serem tratadas, como aumentou a produtividade e satisfação dos profissionais, gerando assim um melhor resultado e trazendo mais clientes para a empresa. Todas essas questões serão respondidas de forma positiva, auxiliando em futuros cursos e treinamentos, onde será possível gerar mais e melhores lucros. Conclusão Como consequência, a Universidade Corporativa será um investimento para qualificação dos profissionais. A empresa terá um melhor resultado, trazendo maior satisfação também para os clientes. É necessário planejar e seguir o passo a passo para que seja feito no momento certo e da melhor forma possível, por esse motivo vamos te apresentar a Plataforma EAD desenvolvida perfeitamente para sua empresa. Totalmente segura, personalizável, completa e de última geração, onde é possível gerar relatórios de seus colaboradores, comparar resultados, emitir certificados, dentre tantas outras vantagens. Acesse por esse link e dê o primeiro passo! Continue acompanhando nosso Blog para mais artigos interessantes!
Gamificação: 5 habilidades que são desenvolvidas

Você conhece o que é a Gamificação? Se chegou até aqui, certamente o nome lhe despertou interesse. A gamificação é uma estratégia de interação a partir de games, daí vem o nome. O assunto é cada vez mais presente no mundo corporativo e visa engajar e motivar os colaboradores, além de desenvolver habilidades essenciais para as rotinas empresariais. Assim como em jogos, quanto mais recompensas o jogador tem, mais ele se empenha para avançar as fases e finalmente ganhar o jogo. Essa prática pode ser aplicada tanto internamente, para os colaboradores, quanto externamente, para os clientes, porém cada um de uma forma. Então, vamos entender um pouco mais sobre a Gamificação e sua importância? O que é a Gamificação? A Gamificação nas empresas é, resumidamente, a estratégia que utiliza games para alcançar resultados e objetivos, seja motivar os colaboradores ou gerar mais resultados com os clientes. Ao ser aplicada internamente, é necessário que tenha semelhanças com as atividades laborais. Utilizando de forma externa, pode deixar um produto ou serviço mais atraente. Falando dos games destinados aos colaboradores, quando atingido algum objetivo, o profissional deve ser recompensado por isso. Essa estratégia visa não apenas o entretenimento e descontração, mas também consiste em uma perspectiva técnica. Como assim? O objetivo não é apenas passar as fases e chegar ao final do jogo, mas também desenvolver uma evolução no colaborador que está participando, no sentido profissional. Além das finalidades descritas anteriormente, a gamificação possui outros objetivos, como melhorar o gerenciamento de projetos, explanar a cultura organizacional e viabilizar ações de marketing. Também pode auxiliar no processo de recrutamento da empresa, tornando-o mais dinâmico. Agora que já entendemos o conceito, vamos ver quais as principais habilidades os games provocam dentro da empresa? 5 habilidades desenvolvidas pela Gamificação Essa estratégia gera engajamento e motivação entre os colaboradores e clientes. Mas quais habilidades são desenvolvidas no decorrer do processo?: Engajamento e motivação; Um fator que leva a empresa a ter baixa produtividade é a desmotivação dos colaboradores. Além de eles estarem insatisfeitos, a empresa também perde, pois não aproveita o máximo de cada funcionário. Por esse motivo a gamificação transforma esse cenário. O colaborador se sente engajado e motivado ao ter metas a serem cumpridas, mesmo que de forma descontraída. Após o cumprimento dessas metas, vêm a sensação de realização. Também é possível que o colaborador tenha uma visão mais ampla do seu futuro profissional dentro da empresa, onde, almejando o sucesso, ele estará fielmente comprometido a dar o seu melhor. Determinação e persistência; A proposta de ter um jogo com fases a serem vencidas e uma recompensa no final, atiça a determinação e persistência dos colaboradores. Geralmente são estimulados a realizar as atividades de formas variadas, para alcançar o melhor objetivo e passar para próxima fase ou atingir o objetivo final. Colaboração; A colaboração da equipe é motivada para que o resultado seja alcançado de forma mais rápida e eficaz. Os games que propõem a interação de equipes para que o jogo prossiga, gera maior colaboração e união entre os participantes. Dessa forma, a equipe alinhada e próxima traz para a empresa importantes diferenciais competitivos. Foco; Toda tarefa designada exige certa concentração, independentemente do nível de dificuldade. Com os games também funcionam assim. Colaboradores que se envolvem e se dedicam para determinada atividade, obtém melhores resultados em relação à concentração e foco. Eles ficam mais dedicados e interessados nas suas atividades rotineiras. Evolução. Os games também proporcionam aos colaboradores a possibilidade de autoavaliação e provoca uma evolução. As lições de aprendizagem corporativa levam os colaboradores a pensarem no que estão fazendo de forma incorreta dentro do jogo e até mesmo da empresa e como podem corrigir suas ações. Dessa forma, a autoavaliação faz com que o colaborador se desenvolva e evolua. Todas essas habilidades podem ser desenvolvidas com a gamificação, um atrativo e tanto para sua empresa, né? Antes de ver como implantá-la na sua empresa, vamos entender o que precisa ser considerado primeiramente. Considerações para implantação Com tudo que foi passado nesse texto, você já deve ter percebido que a gamificação é uma estratégia fundamental para a motivação e engajamento dos colaboradores, porém existem uma série de considerações a serem feitas antes da implantação. Vamos conferir algumas delas? Cultura organizacional É de extrema importância manter as estratégias da gamificação alinhadas com os objetivos e com a cultura organizacional da empresa. Dessa forma, não é indicado fugir dos valores e cultura da empresa, visto que pode influenciar a visão que os colaboradores têm da companhia. Objetivos da estratégia É necessário identificar as questões que precisam ser trabalhadas e aprimoradas com a gamificação, para, dessa forma, confirmar as ações a serem tomadas. Devem ser identificados objetivos para a metodologia ser implantada, para assim, elaborar o melhor game para cada interesse da empresa, trazendo melhores resultados. Experiência Antes de realizar a implantação na sua empresa, é interessante que a gamificação seja aplicada à um grupo pequeno de colaboradores. Deve ser apresentado o game, explicando as regras e os objetivos traçados. Ao final, solicite um feedback para os colaboradores, assim você terá noção impacto na equipe e se precisa ou não ajustar algum item do game. Depois de todas essas considerações feitas, hora de colocar a mão na massa! Acesse esse link e venha conferir como implantar a Gamificação na sua empresa! Solicite uma demonstração na Plataforma EAD mais completa do mercado!
Educação corporativa: como surgiu e se concretizou

Como já é de conhecimento, a educação corporativa é uma prática de desenvolvimento e aprendizagem de colaboradores para determinadas empresas. Além de capacitar os profissionais, também podem ser aplicadas à clientes e parceiros. São instituições educacionais, que, vinculadas à uma empresa, possuem como finalidade a qualificação de profissionais e demais envolvidos, e ainda reduzir custos. São empregadas de forma EAD, ou seja, de fácil acessibilidade e podem ser personalizadas de acordo com a necessidade de cada empresa. Mas então, como surgiu o conceito? Como surgiu? De acordo com estudos publicados nesse artigo, em 1927 a empresa General Motors criou um programa de treinamento e desenvolvimento para seus colaboradores. O programa foi implantado e, como obtiveram um bom retorno, mantiveram e aprimoraram o programa de educação corporativa. Esse tipo de educação ainda não havia um nome concreto. A primeira Universidade Corporativa surgiu logo após a segunda guerra mundial, em meados de 1950. Foi inaugurada nos Estados Unidos pela empresa General Eletric, onde verificou-se a necessidade de uma maior qualificação tanto dos líderes, quanto dos colaboradores. No Brasil, foi estabelecida a partir da década de 90, porém se popularizou na metade dessa década, em 1995, onde foi adotada por grandes empresas, como Coca-Cola e Petrobrás. É vista como um departamento de treinamento e qualificação profissional para os colaboradores e demais funcionários. É importante falar que o objetivo inicial era complementar a formação acadêmica dos profissionais da empresa, porém, atualmente, o foco está em aumentar a produtividade e interesse dos colaboradores e ainda impulsionar a competitividade das empresas no mercado. Como se concretizou? As primeiras empresas a adotarem esse modo de educação corporativa, alinharam a qualificação dos colaboradores com os objetivos da empresa, onde giram em torno de um treinamento interno. A empresa assume também o papel de desenvolvimento dos funcionários tanto de forma profissional, quanto de forma pessoal e intelectual. Essa maneira de repassar conhecimento e divulgar educação também otimiza as rotinas da empresa de forma constante. Dessa forma, as rotinas ficam cada vez mais alinhadas às necessidades da empresa e torna os processos mais simples e coerentes. Já conhecemos a história da Universidade Corporativa, mas afinal, quais outras vantagens a empresa tem ao adotar esse tipo de educação? Vantagens da educação corporativa A educação corporativa vem se tornando cada vez mais popular e acessível à várias empresas. Isso traz uma série de vantagens ao negócio, trazendo cada vez mais resultados e, consequentemente, mais lucro. Vamos destacar para você algumas dessas vantagens: Destaque entre os concorrentes; Ao incentivar os colaboradores, a empresa se torna mais atrativa para os futuros funcionários. Dessa forma, atrai pessoas mais qualificadas e interessadas em fazer parte da equipe. Ao investir em qualidade de vida, saúde psicológica, remuneração justa, satisfação do colaborador e educação corporativa, a empresa se torna alvo para aqueles que almejam o sucesso profissional. Todos esses pontos citados acima estão diretamente ligados à educação corporativa. Com maior incentivo à qualificação profissional, os colaboradores sentem-se mais motivados a buscar outros conhecimentos de forma independente, tonando-se mais talentosos e instruídos. Isso é um destaque entre os demais concorrentes, pois a empresa se torna alvo para futuros colaboradores, ganhando maior prestígio dentro do mercado. Melhor qualificação dos profissionais; Quando observado a implantação da Universidade Corporativa dentro de uma empresa, temos como benefícios profissionais mais qualificados, podendo adquirir novos conhecimentos, capacidade de liderança, melhorar a fluência e comunicação com demais membros da equipe e capacidade de controle de novas tecnologias, a partir do objetivo da empresa. O treinamento ou curso sendo ministrado a partir das necessidades da empresa e, principalmente dos colaboradores, temos um melhor resultado nas competências e habilidades dos funcionários, melhorando suas qualificações. Retenção de talentos; A maioria das empresas estão cientes da dificuldade em encontrar novos talentos no mercado, por esse motivo, quando encontra, é necessário mantê-lo engajado dentro da empresa. A educação corporativa faz parte disso. O profissional sente que a empresa investe nele, onde melhora a integração entre a equipe e o colaborador sente-se mais satisfeito. Aumento de produtividade; Quando o funcionário está confiante para executar seu papel de forma correta e exemplar, ele também executa de forma mais rápida e focada. Dessa forma, o colaborador está melhor preparado e aumenta sua produtividade, conseguindo realizar as tarefas em menor tempo e, consequentemente, realizando mais tarefas em curto prazo. Economia para empresa. Além de todas as outras vantagens, a Educação Corporativa ainda gera economia para a empresa de diversas formas. Não é necessário um local físico para ministração do curso ou treinamento, dessa forma também não é necessário investimento com transporte e alimentação do funcionário, visto que será realizado de forma EAD e poderá ser assistido de onde o colaborador estiver. Os profissionais também se sentem mais motivados, diminuindo a insatisfação e a necessidade de contratação de novos funcionários, dentre tantas outras formas de economias. Após ver toda a história e as vantagens da Educação Corporativa, é difícil não se interessar e querer implementar em sua empresa, correto? Acesse o link e veja os passos para implantar na sua empresa! Entenda mais sobre a nossa proposta para o EAD Corporativo! EAD Corporativo
EAD para faculdades: Quais são as utilidades da plataforma

Entenda como uma plataforma EAD profissional pode ajudar de forma definitiva faculdades e pós graduações.
Teletrabalho e ensino à distância na pandemia: Como fomos afetados?

Como a saúde mental foi afetada pelo isolamento e as novas formas de interação e aprendizagem? A internet tal qual conhecemos é o resultado da criação da World Wide Web, , no final dos anos 80. O sistema proposto é baseado em uma organização de documentos na rede a partir de hipertextos, cuja conexão se dá a partir de hiperlinks. O famoso WWW representa a popularização da internet – antes usada apenas para fins militares e acadêmicos. Desde então, passamos a viver em uma era conectada. No decorrer dos anos, a importância da internet no contexto social apenas cresceu, ao dar um novo significado aos mais diversos aspectos de nossas vidas como a informação, a comunicação, o consumo, os comportamentos, o transporte, a educação e o trabalho. Em 2020, a pandemia do novo corona vírus também provocou mudanças nas nossas vida e, consequentemente, na relação que temos com a rede. No âmbito profissional, ela aproximou ainda mais o trabalho e a internet – de maneira que, ao seguir as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), muitas empresas encontraram no trabalho remoto a forma de evitar aglomerações e preservar a saúde de colaboradores e clientes. As escolas e as universidades seguiram o mesmo caminho ao explorar a educação à distância como alternativa para a longevidade do distanciamento. O Teletrabalho e ensino à distância pode dessa forma manter as atividade e reduzir os riscos à população em geral. Assim, para muitos de nós, foi exigida uma acelerada mudança: aquela tendência que já observávamos no mercado há algum tempo, agora faz parte de nossas rotinas. Nos vimos rodeados por e-mails, mensagens no Whatsapp, reuniões e aulas em forma de videoconferências. Mas afinal, quais são as principais diferenças entre as atividades online e as presenciais? E como tudo isso nos afeta psicologicamente? O ensino à distância O estudo à distância surgiu no país também a partir do início do século 20, com cursos de qualificação profissional. O termo se refere a quaisquer mediações didático-pedagógicas que, por meio de tecnologias de comunicação e informação, apliquem-se com diferença de espaço ou tempo no contato entre professores e alunos. Antes mesmo das redes digitais, os cursos eram desenvolvidos ao longo do século passado por meio de correspondência, rádio e televisão. O EAD era uma ferramenta para ampliar o acesso à educação, ao letramento e à inclusão social de adultos. Então, com o passar o tempo, começaram a serem oferecidos cursos para o nível de ensino fundamental, e na década de 1970, cursos superiores. Nos anos 1990, o advento da internet comercial provocou um crescimento de universidades que ofereciam esse método de ensino, o que foi reforçado em 1996, com a criação da Secretaria de Educação à Distância (SEED), do MEC. Nesse ano, também se estabeleceram legislações que identificaram essas práticas, e garantiram, por exemplo, a validade de diplomas. A verdade é que antes mesmo da covid-19 o EAD já era uma tendência crescente: o ensino à distância atingia mais de 2 milhões de matrículas em 2018, o que representava uma participação de 24,3% do total de matrículas de graduação, segundo o último Censo da Educação Superior, do MEC. O porquê do seu destaque tem relação com suas mensalidades serem mais acessíveis e, assim como uma das vantagens do Home Office, por dispensar a locomoção – e o seu tempo – até o local de ofício. Hoje, entende-se que podem existir diferentes classificações para esses cursos: os que são predominantemente à distância, com encontros mensais ou semestrais na sede da organização; os semipresenciais (ou híbridos), com uma quantidade maior de encontros, por exemplo, semanalmente; e os cursos presenciais com apenas contribuições à distância. Quanto à sua popularidade, é estimado que o número de alunos do ensino superior na modalidade EAD será maior do que na presencial em 2022. Esses dados são de um estudo da Associação Brasileira Mantenedora de Ensino Superior (ABMES), em parceria com a empresa Educa Insights. A projeção inicial era de 2023, porém o processo foi acelerado pela pandemia do novo corona vírus – com as quedas nos índices de emprego e renda da população, as orientações da OMS para o distanciamento social e o aumento de ofertas de cursos dessa modalidade. Por fim, percebe-se que tanto agora como no futuro, sempre existirá um público para cada modalidade. O perfil de aprendizado de cada aluno é algo muito pessoal, e enquanto alguns podem facilmente aprender com vídeos e/ou textos, outros precisam da presença humana e da interação para fixar o conteúdo, além das questões de práticas em laboratórios e de segurança que requerem um ambiente físico de uma instituição credenciada ou liberada pelos órgãos controladores. Nesse novo momento, os alunos irão exigir uma maior diversidade de metodologias oferecidas por seus professores, que terão a necessidade de ir além de apenas as aulas presenciais. Os docentes deverão buscar se capacitar e explorar essas novas tecnologias: “uma das vantagens de fazer uma vídeo aula é que o aluno pode a assistir várias vezes e se ficar alguma dúvida, voltar e ouvir de novo”. O teletrabalho O termo teletrabalho – também conhecido como Home Office – refere-se a qualquer atividade laboral realizada remotamente. A origem mundial é imprecisa, mas é citada ainda no século 19, com o uso telégrafo. A aplicação a partir da internet começou a se desenvolver no Brasil após os anos 2000, porém foi incluído pela primeira vez em uma pesquisa nacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012. Desde então, os estudos representam um aumento – entre alguns anos, flutuante – das suas taxas ao longo dos anos dentre elas, foi reportada uma alta de 44% na vigência entre 2012 e 2018. Apenas no ano de 2017 o teletrabalho foi regulamentado no país, a partir da Lei nº 13467/2017. Entre as observações está que os processos, em suas especificidades, deveriam ser acordados entre o chefe e o trabalhador, de maneira que este tenha recursos para efetuar as atividades remotas e, caso não os tenha, o empregador os forneça. O acompanhamento também vale a mesma regra de negociação. Essa
Educação do futuro: você está preparado?

Sua escola está preparada para atuar nos desafios na educação do futuro?A seguir daremos uma prévia de como esse ambiente tão dinâmico tende a se comportar. Já parou para refletir sobre mudanças no ensino nos últimos tempos? Cada vez mais contamos com recursos e tecnologias que facilitam nossa aprendizagem. Também, temos à disposição didáticas e metodologias que deixam o processo mais atrativo e personalizado. A educação do futuro chegou e é preciso estar por dentro dela, para se tornar um profissional mais valorizado. Um ponto a ser observado é que é muito importante buscar instituições de ensino antenadas com essas mudanças e capazes de ajudar na reciclagem dos perfis profissionais. Além disso, é fundamental entender todas as concepções por trás de uma educação do futuro. Por exemplo, o que ela exigirá do novo professor? Logo a seguir mostraremos alguns pontos importantes nessa nova aprendizagem. Confira! O que é educação do futuro? Com a popularização da internet, o acesso à informação se tornou mais fácil e o conhecimento mais democratizado. Isso propiciou oportunidades à forma de aprender. Chama-se educação do futuro o novo modo de ensinar e transmitir conhecimento. Ela é voltada às novas tecnologias, que são usadas para facilitar o processo educacional. A ideia é proporcionar ao aluno recursos que deixem as aulas mais instigantes e deem a ele mais autonomia à própria aprendizagem. O Que esperar e quais as novas tendências desse modelo de educação? Algumas transformações já foram iniciadas, outras estão sendo elaboradas e já estão em fase de implementação. Tecnologia O mundo tem cobrado um dinamismo cada vez maior da sociedade, e com a educação não poderia ser diferente. A tecnologia tem se tornado cada vez mais presente, tanto da educação a distância, como nas salas de aula. Com muitos cursos online disponíveis, o EAD já facilita quem busca o crescimento profissional mas não tem a disponibilidade de locomoção, tempo ou mesmo financeira para um curso totalmente presencial. Cursos EAD além de contarem com valores mais acessíveis, também facilitam a vida de quem tem uma rotina mais atribulada além de possibilitar que o aluno de uma cidade distante ou mesmo outro país acesse o curso de sua instituição que da forma presencial seria impossível ou inviável. Em salas de aulas, a tendência é vermos recursos como tablets ou óculos de realidade virtual e realidade aumentada, que deixarão a aprendizagem mais prática e atrativa. Em uma aula de Ciências, por exemplo, o aluno poderá explorar detalhes do solo, que tornará sua aprendizagem mais rica. A própria interação interpessoal poderá ser implementada dentro da sala de aula ultrapassando barreiras físicas. Professores e seu novo perfil O papel do professor será diferente. Com um mercado de trabalho exigindo habilidades comportamentais, contato massivo com tecnologia e uma visão mais ampla do mundo, o próprio professor precisa estar preparado para ajudar os alunos na aquisição destas habilidades. O docente deixa de ser uma figura temida dentro da sala e ganha admiração e um papel de inspiração. Para isso, precisará se atualizar constantemente, estimular o pensamento crítico e ser um modelo em sua forma de atuar. Os educadores precisarão desenvolver habilidades, novos conhecimentos e diferentes estratégias e metodologias, para atuar com uma postura diferenciada. Essa necessidade não tem mais volta. O professor precisa se transformar em um novo educador, mais conectado e dinâmico para uma nova escola e um novo aluno. Metodologias interativas O estudante cada vez mais deixa de ser um ser passivo dentro da sala de aula, para estar no centro do seu processo de aprendizagem. Isso dará a ele mais protagonismo, confiança, aptidão para resolver problemas, responsabilidade e participação. Um bom exemplo é a sala de aula invertida, na qual ele tem acesso ao conteúdo, que pode ser transmitido online, de forma antecipada. O contato prévio atiça a curiosidade e facilita, depois, o ensino do professor. Também temos como exemplo de metodologia ativa a adoção de mais aulas práticas. Nelas, a turma coloca a mão na massa, participa de projetos criativos e cria soluções para determinados problemas, recorrentes na profissão. Ensino continuado Durante muito tempo o grande objetivo dos estudantes era terminar a faculdade, para, finalmente, se dedicar a uma profissão. Muitas vezes, um bom profissional era aquele que conseguia estabilidade em um cargo e permanecia na mesma empresa, até sua aposentadoria. Agora, a rotatividade de funções e o empreendedorismo têm sido a realidade. Isso exige dos profissionais múltiplos conhecimentos e uma constante preparação. O professor também deverá se adaptar ao ensino continuado, para fornecer os conhecimentos dos quais os alunos necessitam. Redução de fronteiras O novo professor precisará se adaptar para dar aulas a distância e ter afinidade com as tecnologias e as plataformas de ensino. Por um lado, isso pode facilitar a rotina de trabalho de muitos docentes, que trabalharão para várias instituições e terão alunos de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade de sair de casa. No caso das aulas assíncronas (gravadas), isso pode liberar o professor que não mais teria de ficar “preso” em um determinado horário apenas com uma turma. Ele pode para cada hora trabalhada, atingir não apenas dezenas, mas milhares ou até milhões de alunos. Pandemia e seus impactos na educação A pandemia apenas antecipou o que já estava para acontecer, a tecnologia já estava disponível, a digitalização já havia se iniciado e as entidades de educação já caminhavam ou vislumbravam esse novo modelo de educação. Sendo assim a pandemia só fez com que algumas instituições mais resistentes a mudanças se vissem obrigadas a adotá-las de modo a não ficarem para trás. Muitas precisaram correr para alcançar as boas práticas dessa nova educação e encarar as novas tecnologias”. Muitos educadores perceberam o quanto suas práticas se distanciavam do que o novo mercado começava a exigir. Muitos estavam acostumados apenas com a educação presencial e, de repente se viram na urgência de ter de lidar com o ambiente digital, entender mais de tecnologia e adotar novas formas de atrair os alunos. Essa aceleração da educação do futuro tem exigido atitudes inovadoras na carreira do professor. Este é um
Quanto ganha um youtuber com 100 mil inscritos

A plataforma do Youtube tem sido uma das mais acessadas nos últimos tempos, este crescimento se dá pela quantidade de conteúdos disponíveis e a facilidade que se tem de viralizar nos dias atuais. Virar um youtuber tem sido um sonho para aqueles que querem fazer seu nome crescer no mundo digital. Mas fica o questionamento: Quanto ganha um youtuber? Será que vale a pena investir? Primeiramente, vale destacar que o Youtube está no top 3 das redes sociais mais acessadas do mundo. A rede social tem registrado cerca de 2,29 bilhões de usuários, sendo 105 milhões de usuários ativos entre 18 e 65 anos. Em relação às métricas da presença digital, a plataforma acumula 1 bilhão de canais e 4 bilhões de vídeos que são vistos diariamente. Cabe observar que após o cenário pandêmico o número de pessoas no âmbito digital tem crescido de forma exacerbada. Este fato se deu pela falta de acesso ao mercado físico e a grande procura por serviços e produtos na internet. Sem poder sair de casa, as pessoas perceberam que a internet é um grande instrumento de trabalho, além de ser o futuro. Essa crescente onda de influenciadores e produtores de conteúdo pós-pandemia, está relacionada à possibilidade de monetização de conteúdo na internet. Para aqueles que gostam de produzir conteúdo e gravar vídeos, este é o cenário perfeito para começar a carreira de youtuber. Mesmo que pareça fácil, estamos falando de uma pessoa que cria um canal na plataforma, elabora um cenário, planeja um roteiro e dedica seu tempo utilizando a linguagem e os recursos visuais adequados para atingir o público alvo. Vale ressaltar que se torna necessário investir nos meios de filmagens, para que estes sejam cada vez mais profissionais, mantendo a qualidade do canal e atraindo mais seguidores. Os Youtubers que já se enquadram como profissionais da área, podem ser chamados de marqueteiros digitais, uma vez que produzem conteúdo de valor e trabalham para captar seguidores. Por ser esta considerada uma profissão, nada mais justo do que receber por isto. Até o ano de 2017, qualquer pessoa conseguiria ganhar dinheiro no Youtube ao monetizar o canal nas configurações, porém algumas reformas foram feitas. Neste sentido, cabe mencionar alguns dos requisitos para quem deseja ganhar dinheiro e investir na plataforma. O futuro youtuber deve ser maior de 18 anos, apresentar um bom desempenho e engajamento no canal, ter no mínimo 1.000 inscritos e apresentar pelo menos 4.000 horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses. Antes de se dedicar às produções, a pergunta mais pesquisada é: quanto ganha um Youtuber? O pagamento deste profissional é feito em dólares e tem como base de cálculo o Custo Por Mil (CPM), ou seja, a cada mil visualizações nos vídeos do canal, o Youtuber ganha em média de 0,25 a 4,50 dólares. Por esse motivo, é necessário manter uma rotina de publicações se quiser ganhar dinheiro com o Youtube. Para manter o nível de engajamento alto, é preciso que seja postado no mínimo 1 vídeo por dia. Às vezes parece ser pouco, mas quando se analisa toda a produção, vemos que se trata de um trabalho árduo, já que nem sempre a criatividade está aflorada a todo o tempo. Em razão do número de inscritos no canal e as visualizações de cada vídeo, é notório que a monetização do mesmo tende a sofrer variações devido a base de cálculo do Custo Por Mil (CPM). Logo, para termos uma ideia de quanto ganha um Youtuber que possui 1 milhão de inscritos no canal, há indicadores que rastreiam as estatísticas dos usuários do Youtube e assim estabelecem a média de ganhos com o canal. A Social Blade é uma agência que traz consigo estes indicadores para que se tenha a média de cálculo dos ganhos de um Youtuber. Ao analisar um canal com 1 milhão de inscritos e com uma média de 900 visualizações por vídeos postados na plataforma, de acordo com a Social Blade, este canal tem o retorno de 227 a 3.000 dólares. Como o dólar encontra-se valorizado no Brasil, temos aqui um ótimo faturamento para o dono do canal. Agora analisando o cenário de um canal com 1,6 milhões de inscritos e com a média de 1,8 milhões de visualizações por vídeos postados. Com base nos indicadores da Social Blade, temos a variação da margem de lucro de 362 a 5.800 dólares. Como podemos observar, trata-se de uma plataforma que traz uma possibilidade altíssima de retorno financeiro, desde que investida e trabalhada de forma correta. Muitas pessoas têm mergulhado de cabeça no Youtube, principalmente por ser uma profissão que não exige ensino superior. Porém, para ter sucesso, grande parte dos Youtubers investem na imagem do canal, contratam produtores e gestores, pesquisam e compram câmeras profissionais, acessórios de vídeo e trabalham incansavelmente para atingir o maior número de pessoas. É necessário destacar que, além do investimento técnico, um youtuber deve investir em conhecimento intelectual. Estudar o mercado digital é extremamente necessário para que o canal esteja atualizado com boas informações e possa ajudar pessoas com aquilo que elas procuram. Além disso, vale lembrar que o Youtube tem um universo de possibilidades para os criadores de conteúdos. Dentre os maiores canais do Youtube no Brasil, temos conteúdos voltados para humor, música, jogos, entretenimento e entre outros. Ainda existem pessoas com receio de começar por não saberem a forma correta. Porém, se tiver um bom planejamento, um público alvo definido e uma área que desperte o interesse das pessoas, são grandes as chances de se destacarem dentro da plataforma digital. É importante ressaltar que, não se faz necessário possuir muito dinheiro para investir em tecnologia para a plataforma. Muitos influenciadores digitais começaram do zero, apenas usando um celular. Temos como exemplo o humorista Whindersson Nunes, que usava apenas a câmera do celular para produzir seus vídeos e no entanto tem um dos canais mais assistidos do Brasil. Você já sabe como o mundo digital tem crescido e o tanto que um youtuber fatura, chegou a hora de
Vale a pena fazer intercâmbio na era digital?

O sonho de morar em outro país faz parte do leque de desejos de muitos brasileiros. Números da Belta – Brazilian Educational & Language Travel Association – apontam que, em 2018, mais de 360 mil pessoas saíram do país para fazer curso de idiomas, algumas vezes combinado com trabalho, graduações ou outras modalidades de intercâmbio. Em 2019, o setor de intercâmbios fechou o ano com um aumento de 12% do faturamento. Porém, com pandemia de COVID-19 e o aumento das restrições nas fronteiras e aeroportos, muita gente precisou adiar o sonho. Além disso, mudanças significativas ocorreram no cenário mundial, principalmente nos campos econômico e digital. Dessa forma, experiências que antes eram vistas como essenciais para a formação profissional e pessoal do indivíduo, tornaram-se menos importantes. Mas afinal, a aventura do intercâmbio ainda vale a pena em tempos em que se aprendeu a ganhar dinheiro sem sair de casa? Assistimos ao desaparecimento das fronteiras pelo Zoom? Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE (2020), 8,4 milhões de brasileiros estavam trabalhando na modalidade home office, o que representa 10% dos trabalhadores ocupados no país, 81,4 milhões. Assim, não é difícil imaginar que estes números aumentaram consideravelmente com a realidade da pandemia. Quem já trabalhava em regime remoto, continuou, mas muita gente enfrentou profundas mudanças que incluem, em muitos casos, até o redirecionamento da carreira. Foi neste cenário de restrições e reuniões online que o mercado digital dissolveu as fronteiras físicas e aproximou empresas de profissionais que antes estavam muito longe para serem vistos. A flexibilização de horários permitiu que estes profissionais trabalhem para empresas localizadas em diferentes países e, com isso, recebam em moedas fortes, como dólar e euro. Além disso, o setor educacional também impulsionou as atividades, oferecendo formação nos mais diferentes segmentos, com material de alta qualidade e o mais importante, sem que o aluno precise sair de casa. Nestas condições, a ideia de investir dinheiro e tempo em um intercâmbio pode parecer desnecessária e ultrapassada, mas será que é? Ainda há vida lá fora. Um levantamento feito por uma empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, concluiu que 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da Síndrome de Burnout, ao longo do ano passado. A pesquisa mostrou também que 32% dos entrevistados informaram que a saúde mental piorou significativamente por conta do trabalho à distância. Os pesquisadores entrevistaram 15 mil pessoas em meados de 2021, em diversos países do mundo. Com isso, abre-se a reflexão sobre a necessidade que ainda temos, enquanto espécie, de outras realizações, que vão além das metas profissionais e financeiras. Educação e trabalho não são as únicas razões pelas quais alguém se aventura em um intercâmbio. Algumas experiências vividas nesta fase podem colaborar muito para o autoconhecimento, ajudando a definir metas mais claras, tanto pessoalmente, quanto profissionalmente. Além disso, arrumar as malas e ir viver em outro país, muitas vezes começando do zero, é uma situação que tem o poder de transformar velhas crenças e abrir a mente para novas possibilidades. Isto também favorece o surgimento de oportunidades, melhora o networking e claro, coloca um novo idioma no currículo. Sigmund Freud, em seu livro “Além do princípio de prazer”, como bem explicado na resenha do Beco Literário, fala sobre a nossa compulsão pela repetição. Temos a tendência de repetir situações e comportamentos e, muitas vezes, criamos resistência ao novo, ao desconhecido. No entanto, é justamente o novo que nos desafia e nos transforma. Portanto, se você cultiva o velho sonho do intercâmbio, saiba que ele está mais novo do que nunca, e pode estar mais fácil também. Com o aumento das vagas em regime remoto, tirar um tempo para si em um outro lugar já não requer largar tudo e voltar a estaca zero, e ainda pode se tornar um divisor de águas na sua carreira.